Geólogos encontram enorme reserva de ouro a 2 km de profundidade na China
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Diversas minas de ouro já conhecidas e espalhadas pelo mundo destacam-se pela produção e importância econômica, sendo responsáveis por grande parte da extração global desse metal precioso.
Foto: Alfindra Primaldhi/Wikimédia Commons -
A Nevada Gold Mines fica no estado norte-americano de Nevada e é operada pela empresa canadense Barrick Gold Corporation, em parceria com a mineradora americana Newmont.
Foto: Divulgação -
Foi formada em 1º de julho de 2019, e os ativos incluem 10 minas subterrâneas e 12 de superfície, bem como instalações relacionadas. Tem produção de ouro de 94 toneladas.
Foto: GeomartinWikimédia Commons -
Descoberta em 1958 no deserto de Kyzyl Kum, no Uzbequistão, a mina de Muruntau começou a operar em 1967. Trata-se de uma das maiores minas de ouro a céu aberto do mundo, com cerca de 579 metros de profundidade e produção anual próxima de 85 toneladas.
Foto: Flickr _bellamar_ -
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A mina de Grasberg, na província de Papua, na Indonésia, é uma das maiores minas de cobre do mundo e também possui grandes reservas de ouro. Ela fica na parte ocidental da ilha da Nova Guiné, a poucos quilômetros do Puncak Jaya, o pico mais alto da Oceania.
Foto: Reprodução do X @halimi1989 -
A mina de Grasberg está situada a quase quatro mil metros acima do nÃvel do mar. A produção anual gira em torno de 40 toneladas de ouro. O complexo é operado pela mineradora Freeport-McMoRan, em parceria com a estatal indonésia PT Freeport Indonesia.
Foto: Randi Ang/Wikimédia Commons -
A mina de Olimpíada, na Rússia, é operada pela empresa Polyus. O minério extraído no local é processado em três moinhos, cuja capacidade combinada ultrapassa 14 milhões de toneladas por ano.
Foto: Reprodução do X @siberian_times -
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A Polyus utiliza tecnologia própria de bio-oxidação, chamada BIONORD, para tratar os minérios de sulfeto da mina Olimpíada. A produção anual de ouro do complexo gira em torno de 34 toneladas.
Foto: Reprodução do X @siberian_times -
A mina de Pueblo Viejo fica na República Dominicana e é operada pela Barrick Gold em parceria com a Newmont Corporation. A produção anual gira em torno de 23 toneladas de ouro.
Foto: Divulgação -
A mina Kibali fica na República Democrática do Congo e é operada pela Barrick Gold. O complexo possui plantas para tratar minérios sulfetados e oxidados, com capacidade de cerca de 7,2 milhões de toneladas por ano, além de três usinas hidrelétricas que somam 44 MW e um gerador térmico de reserva de 32 MW.
Foto: = Reprodução do Facebook Kibali Gold Mine -
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A mina Kibali, na província de Haut-Uélé, no nordeste da República Democrática do Congo, combina mineração a céu aberto e subterrânea. Considerada uma das maiores da África, recebeu o nome do vizinho Rio Kibali e produz cerca de 23 toneladas de ouro por ano.
Foto: Reprodução do Facebook Kibali Gold Mine -
Cadia é uma mina de ouro e cobre localizada na Austrália. O complexo, hoje controlado pela Newmont após a compra da Newcrest Mining, produz cerca de 23 toneladas de ouro por ano e adotou medidas para reduzir significativamente a emissão de poeira, conforme exigências da autoridade ambiental do estado.
Foto: Divulgação -
A mina de Lihir, na Papua-Nova Guiné, é um importante complexo de ouro que hoje pertence à Newmont, após a aquisição da Newcrest Mining. A produção anual gira em torno de 20 toneladas. O local fica em área de intensa atividade geotérmica, o que exigiu a criação de aberturas no solo para liberar pressão e calor subterrâneo.
Foto: Flickr Chronox73 -
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A mina Canadian Malartic, no Canadá, começou a produzir comercialmente em 2011, após o projeto desenvolvido pela Osisko Mining.
Foto: Divulgação -
Descoberto em 1923, o depósito passou a ser controlado em 2014 por Agnico Eagle e Yamana Gold. Atualmente pertence à Agnico Eagle, com produção anual em torno de 20 toneladas de ouro.
Foto: Divulgação -
Boddington é a maior mina de ouro da Austrália e é operada pela Newmont Corporation. A produção anual gira em torno de 20 toneladas de ouro. Com base nas reservas conhecidas, estima-se que a extração ainda possa continuar por cerca de mais 15 anos.
Foto: Flickr Rob Coates -
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A tokenização reduz barreiras de entrada, como altos custos e exigência de grandes quantidades de compra. Com o ativo dividido em tokens digitais, investidores podem adquirir pequenas frações de ouro de forma mais acessível e flexível.
Foto: Imagem de Steve Bidmead por Pixabay -
Mesmo sendo uma tradicional reserva de valor e com tendência de valorização no longo prazo, o ouro pode sofrer oscilações durante crises econômicas. A forte procura nesses momentos pode elevar os preços, o que significa que comprar no auge da crise pode resultar em perda de valor quando a situação se estabiliza.
Foto: James St. John/Wikimedia Commons