Paul Thomas Anderson amplia conquistas por “Uma Batalha Após a Outra”
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O longa associado a Anderson saiu fortalecido ao conquistar Melhor Filme e também Ator Coadjuvante com o renomado Sean Penn. Surge, de fato, como um dos favoritos ao Oscar, onde concorre com o brasileiro “O Agente Secreto”.
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Em outras categorias de atuação, Timothée Chalamet venceu por “Marty Supreme”, enquanto Jessie Buckley garantiu o prêmio de Melhor Atriz por “Hamnet”.
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Em alta com “Uma Batalha Após a Outra”, Paul Thomas Anderson ganhou mais prêmios pelo longa. No Bafta, além de Melhor Filme, faturou também Melhor Direção e Melhor Roteiro Adaptado. Relembre, agora, a carreira do diretor!
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Paul Thomas Anderson nasceu em 26 de junho de 1970, em Studio City, Los Angeles, e cresceu imerso em um ambiente no qual o audiovisual fazia parte do cotidiano.
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Filho do radialista Ernie Anderson, figura conhecida da televisão americana, ele teve contato precoce com estúdios, gravações e bastidores da indústria.
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Após uma breve passagem por cursos de cinema, Anderson abandonou a universidade para se dedicar integralmente à prática cinematográfica.
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Em meados da década de 1990, realizou o curta “Cigarettes and Coffee”, que chamou a atenção de produtores e abriu caminho para seu primeiro longa-metragem, “Jogada de Risco”, de 1996.
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O filme já apresentava marcas que iriam se tornar recorrentes em sua obra, como personagens à deriva, estruturas narrativas fragmentadas e um interesse profundo pelas contradições morais da vida americana contemporânea.
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A consagração veio rapidamente com “Boogie Nights”, de 1997, um retrato da indústria de conteúdos adultos dos anos 1970 e 1980. O filme consolidou sua parceria com Philip Seymour Hoffman.
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Em “Magnólia”, de 1999, com Tom Cruise, Anderson ampliou ainda mais seu escopo, entrelaçando múltiplas histórias em uma estrutura narrativa complexa que abordava culpa, redenção, relações familiares e o acaso.
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Já nos anos seguintes, o diretor surpreendeu com “Embriagado de Amor”, de 2002, um romance disfuncional e estilizado que revelou um lado mais intimista de sua direção e consolidou sua habilidade em extrair performances inesperadas de seus atores.
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A maturidade artística de Paul Thomas Anderson se manifestou de forma contundente em “Sangue Negro”, de 2007, frequentemente apontado como uma de suas obras-primas.
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A direção rigorosa e a interpretação monumental de Daniel Day-Lewis consolidaram Anderson como um dos cineastas mais relevantes de sua geração.
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“Trama Fantasma”, de 2017, trouxe novamente Daniel Day-Lewis e é apontado como uma das obras mais refinadas de Anderson, centrada em relações de controle, afeto e dependência emocional.
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Em 2021, o cineasta lançou “Licorice Pizza”, equilibrando leveza e estranhamento em um retrato afetivo da Califórnia dos anos 1970.
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Discreto em relação à vida pessoal, Thomas Anderson mantém há mais de duas décadas um relacionamento com a atriz e comediante Maya Rudolph. Juntos, eles têm quatro filhos.
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