Anos depois, em 2014, foi escolhida para interpretar a última Helena do autor na novela “Em Família”, após um convite feito por Manoel Carlos em um encontro na livraria Argumento. Ela descreve a experiência na novela como uma homenagem emocionante, apesar das críticas à novela e da baixa audiência.
Foto: Reprodução/TV GloboAo comentar a relação entre as Helenas e o Rio de Janeiro, afirmou que as personagens nasceram da observação de mulheres reais e que o Leblon retratado nas novelas já não existe mais. Ainda assim, considera esse universo um patrimônio preservado na memória das pessoas e nas obras gravadas.
Foto: Reprodução Youtube
Ao ser questionada sobre o ritmo das novelas de Manoel Carlos, marcado por diálogos longos, silêncios e desenvolvimento gradual dos romances, a atriz afirmou que é necessário repensar as histórias que se deseja contar. Segundo ela, revisitar tramas já exibidas nem sempre é a melhor solução.
Foto: Reprodução YoutubeSobre o futuro das novelas, a atriz afirmou que o formato já passa por transformações, embora ainda não apresente sinais claros de progresso. Ainda assim, acredita que o gênero sempre manterá um público fiel, independentemente do formato adotado, seja na televisão aberta ou em outras formas de distribuição.
Foto: Reprodução / Instagram“Acho que quem gosta mesmo de novela sempre vai ver, de um jeito ou de outro, ou rever antigas novelas. Mas essa corrida para agradar um público que hoje em dia tem tantas outras opções de entretenimento é, por vezes, extenuante.”, finalizou.
Foto: Reprodução YoutubeJúlia estreou na TV Globo em 1983, na minissérie “Moinhos de Vento”, e no mesmo ano participou de sua primeira novela na emissora, “Eu Prometo”. Depois foi para a Rede Manchete, onde coprotagonizou “Mania de Querer” e atuou ainda em novelas como “Carmem”, “Kananga do Japão”, “Amazônia” e “Guerra sem Fim”.
Foto: Reprodução YoutubeDepois, retornou à TV Globo e, desde então, participou de diversas produções, como “Porto dos Milagres”, “Esperança”, “O Beijo do Vampiro”, “Celebridade”, “Alma Gêmea”, “Desejo Proibido”, “Araguaia”, “Fina Estampa”, “Além do Tempo”, “Espelho da Vida”, “Quanto Mais Vida, Melhor!” e “Mar do Sertão”, entre outras.
Foto: Reprodução / TV GloboNo cinema, atuou em longas como “Tempos de Barbárie”, “O Pequeno Segredo”, “Amor”, “Bela Noite Para Voar” e “Meu Nome Não É Johnny”, este último lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Grande Prêmio Vivo do Cinema Brasileiro.
Foto: DivulgaçãoNo teatro, também construiu carreira consolidada, com participações em projetos como “A Comédia Latino-Americana”, “Deus da Carnificina”, “Maria Stuart”, “Hamlet”, “As Três Irmãs”, “Simples Assim”, “Tempestade”, “Os Mambembes” e o monólogo “Molly Sweeney”.
Foto: Reprodução YoutubeVale destacar que foi durante as gravações da novela “Guerra sem Fim”, em 1993, que iniciou o relacionamento com o ator Alexandre Borges, com quem também contracenou na peça “Hamlet” na mesma época. Os dois se casaram e tiveram Miguel Lemmertz Borges, nascido em 2000. O casal se separou em 2015.
Foto: DivulgaçãoBusca
Acesse sua conta
Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,
Informe seus dados para criar uma conta:
Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:
Faça a sua assinatura
Estado de Minas
de R$ 9,90 por apenas
R$ 1,90
nos 2 primeiros meses
Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você
Assine agora