Morte de professora após nadar em piscina de academia causa perplexidade: polícia investiga caso
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Imagens mostram o drama vivido após o que deveria ser uma simples prática de natação. A professora Juliana Faustino Basseto, de 27 anos, está de touca rosa, nadando ao lado do marido.
Foto: Reprodução de vídeo TV Globo -
Fora da piscina, enquanto as pessoas nadam, um funcionário mexe em galão com produto que a polícia investiga do que se trata.
Foto: Reprodução de vídeo TV Globo -
Ela se sente mal e sai da piscina. Então, precisa sentar-se no chão, atraindo a atenção de pessoas que estavam ao redor e que se preocupam com a situação.
Foto: Reprodução de vídeo TV Globo -
O marido se aproxima e fica ao lado de Juliana. Aparentemente ela tem dificuldade para respirar. Ele também foi afetado por algo químico na água e depois acabou sendo internado. Outras pessoas também foram hospitalizadas. Mas Juliana não resistiu e morreu.
Foto: Reprodução de vídeo TV Globo -
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A polícia investiga a manipulação de produtos químicos por funcionários da academia. Câmera de monitoramento gravou um deles pegando materiais para uma suposta limpeza da piscina. A polícia está ouvindo envolvidos e testemunhas do caso.
Foto: Reprodução de vídeo TV Globo -
O MP vai analisar laudos técnicos, condições da água, protocolos de segurança e possíveis irregularidades. A apuração pretende identificar responsabilidades e verificar se as regras exigidas para funcionamento estavam sendo cumpridas.
Foto: Divulgação -
Em estabelecimentos regularizados, a manutenção da água segue normas rígidas da vigilância sanitária. O objetivo é garantir que a piscina esteja livre de microrganismos e própria para uso.
Foto: Lee Jeffs/Unsplash -
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O produto mais utilizado para desinfecção é o cloro, considerado eficiente e de custo acessível. Ele é aplicado em piscinas residenciais e comerciais de diferentes tamanhos.
Foto: Alexander C. Wimmer • wikimedia commons -
O cloro é um elemento químico com forte ação desinfetante. Na água, ele forma substâncias capazes de eliminar bactérias, vírus e fungos.
Foto: Alchemist-hp FAL wikimedia commons -
Seu uso é importante porque a piscina é um ambiente propício à proliferação de microrganismos. Suor, resíduos de pele e sujeira trazida pelos usuários contaminam a água.
Foto: PoolSafely/Wikimedia Commons -
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A quantidade recomendada normalmente mantém o cloro livre entre 1 e 3 ppm (partes por milhão). Essa faixa é suficiente para desinfetar sem causar riscos à saúde.
Foto: imagem gerada por i.a -
Além do cloro, também se controla o pH da água, que deve ficar entre 7,2 e 7,6. O equilíbrio evita irritações nos olhos e melhora a eficácia do desinfetante.
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Produtos como algicidas são usados para evitar o surgimento de algas. Em alguns casos, utiliza-se também clarificante para melhorar a transparência.
Foto: Imagem gerada por i.a -
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O sistema de filtragem é outro ponto essencial na manutenção correta. Bombas e filtros devem funcionar diariamente para remover impurezas sólidas.
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Mesmo piscinas pequenas de residências utilizam cloro para manter a água segura. Não há um tamanho mínimo: qualquer volume de água parada exige tratamento.
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Existem versões diferentes, como cloro granulado, líquido ou em pastilhas. A escolha depende do tipo e do volume da piscina.
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Em locais legalizados, a qualidade da água costuma ser monitorada com testes frequentes. Técnicos medem cloro, pH e outros parâmetros regularmente.
Foto: Imagem gerada por i.a -
Quando as normas são seguidas, o risco de contaminação é reduzido. Falhas na dosagem ou na filtragem podem comprometer a segurança.
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