Idosa viveu 70 anos sem documento e só descobriu idade por exame da arcada dentária
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Ela é moradora de Caucaia, município de cerca de 375 mil habitantes da Região Metropolitana de Fortaleza.
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Sem sobrenome, origem ou data de nascimento conhecidos, ela teve sua história reconstruída por meio de entrevistas e buscas em cartórios.
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Ela nunca estudou, não foi vacinada e viveu à margem de qualquer política pública.
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“Essa pessoa foi sendo criada trabalhando e criando os filhos dessa família […] E ela envelheceu, as pessoas deixaram ela meio que de lado”, contou o defensor público.
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“A dona Conceição é uma vitoriosa, é uma guerreira. Ela sobreviveu a uma pandemia sem acesso a uma vacina, sem acesso a um benefício, um programa de governo”, ressaltou Fernando Régis.
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A decisão judicial, emitida pela 1ª Vara Cível de Caucaia, reconheceu oficialmente sua identidade e permitiu que ela escolhesse seu nome completo.
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A idosa escolheu o nome Maria da Imaculada Conceição e o dia 8 de dezembro como data de seu aniversário.
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Nesse dia, a comunidade católica comemora o Dia da Imaculada Conceição, santa da qual ela é devota.
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A data escolhida por Conceição também é o Dia da Justiça. “Foi uma coincidência muito feliz”, afirmou o defensor público.
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Com os novos documentos em mãos, Conceição agora busca ser incluída no Cadastro Único (CadÚnico) para acessar benefícios sociais.
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