Espécie rara de canguru nasce na Inglaterra e renova esperança contra a extinção
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O evento ganhou simbolismo global porque o nascimento supera fragilidades biológicas e oferece um raro sinal de esperança contra o declínio populacional dessa espécie, cuja sobrevivência está em risco devido à perda de habitat e ao perigo de extinção
Foto: Divulgação Chester Zoo -
Cangurus também foram notícia recente por causa de um estudo publicado na revista PLOS One, que revelou a razão por trás do sumiço dos cangurus-gigantes – que chegavam a ter 1 metro a mais que os atuais.
Foto: Tarryn Grignet/Unsplash -
Ao contrário dos cangurus modernos, que se adaptam às mudanças do ambiente viajando longas distâncias, esses animais antigos eram sedentários e viviam em áreas restritas.
Foto: Graham Holtshausen/Unsplash -
Pesquisadores analisaram fósseis de dentes desses gigantes (do gênero Protemnodon), encontrados em cavernas no monte Etna, que fica na região nordeste da Austrália.
Foto: Reprodução/Chris Laurikainen Gaete -
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A análise mostrou que eles não precisavam se mover muito para se alimentar, pois viviam em uma floresta tropical cheia de recursos.
Foto: Pexels/Richard Pan -
O problema veio quando o clima mudou: a floresta diminuiu, o ambiente ficou mais seco e as estações do ano mais definidas.
Foto: Brent Olson/Pixabay -
Sem capacidade para migrar em busca de comida, os cangurus-gigantes não conseguiram sobreviver.
Foto: Josh Appel/Unsplash -
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Ao contrário dos cangurus atuais, que saltam com as patas traseiras, esses gigantes provavelmente andavam com as quatro patas.
Foto: Andy Thomson/Unsplash -
Isso os tornava mais lentos e menos adaptados para longas viagens, mas era útil em uma floresta cheia de comida.
Foto: Pexels/suellen baker -
Na época, as cavernas do Monte Etna funcionavam como armadilhas naturais para animais distraídos que caíam nelas sem perceber.
Foto: Wikimedia Commons/Mark Marathon -
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Além disso, essas cavernas também eram abrigo de predadores mais perigosos da época, como o diabo-da-tasmânia (foto) e os leões-marsupiais.
Foto: Flickr - Chen Wu -
Ao analisar os fósseis encontrados nas cavernas, os pesquisadores descobriram que os cangurus-gigantes viveram ali entre 500 mil e 280 mil anos atrás.
Foto: Wikimedia Commons/Paleocolour -
Na prática, os cangurus-gigantes desapareceram muito antes da chegada dos humanos à região.
Foto: Chloe Short/Unsplash -
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Um dos símbolos mais conhecidos da Austrália e da Oceania, o canguru é considerado um animal de grande porte — os machos podem medir até dois metros e pesar cerca de 90 quilos.
Foto: Pexels/Darren Patterson -
Hoje em dia, é comum ver cangurus se movimentando em grupos pelo deserto australiano e viajando longas distâncias em busca de comida e água.
Foto: Fidel Fernando/Unsplash -
Por serem mamíferos marsupiais, isso significa que as fêmeas carregam seus filhotes em uma bolsa até que eles estejam prontos para viver por conta própria.
Foto: Andy Leung por Pixabay -
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Existem mais de 60 espécies de cangurus, que variam em tamanho de 30 centímetros a 3 metros de comprimento. Os cangurus vermelhos são as espécies mais comuns e são encontrados em toda a Austrália.
Foto: wikimedia commons PotMart186 -
Os cangurus-wallaby são menores e têm pernas mais curtas, o que os torna mais adequados para viver em florestas.
Foto: wikimedia commons Ed Dunens -
Herbívoros, os cangurus se alimentam de uma variedade de plantas, incluindo grama, folhas e frutas. Eles são animais sociais e vivem em grupos chamados de “motas”.
Foto: Freddy/Pixabay -
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Por isso, os cangurus são importantes para o ecossistema australiano: eles ajudam a controlar a população de plantas e são uma fonte de alimento para outros animais, como dingos e aves.
Foto: Karen Laårk Boshoff pexels