Marcos Frota comemora reconhecimento histórico do circo brasileiro
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Alex Alves, formado pelo Programa Unicirco, criado por Frota, venceu o “Clown de Ouro” ao integrar um grupo de artistas do Brasil, Chile e Colômbia. Em entrevista à CARAS Brasil, o ator destacou o valor simbólico da premiação.
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Frota relembrou ainda sua ligação com o circo desde 1986, quando se apaixonou pela arte durante uma novela, e ressaltou o orgulho de ver a “semente plantada com amor” render frutos no cenário internacional.
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Marcos, que nasceu em 1956, em Guaxupé, Minas Gerais, construiu uma trajetória multifacetada como ator, trapezista e empresário. Na juventude, se mudou para São Paulo, onde fez incursões iniciais no teatro.
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Iniciou sua carreira na artística na década de 1970, com participações em peças de teatro e estreou na televisão na novela “O Julgamento”, da TV Tupi, em 1976. No mesmo ano, integrou o elenco de “Escrava Isaura”, produção que lhe abriu portas para trabalhos em outras emissoras.
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Ainda nos anos 1980, se consolidou como ator de destaque ao participar de novelas como “Vereda Tropical” e “Sassaricando”, ambas na TV Globo.
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Em “Vereda Tropical”, interpretou Téo, um rapaz que vivia em seu mundo de fantasia e se imaginava um super-herói chamado Super-Téo. Ele tinha medo das mulheres e dificuldades para fazer amigos, mas com o tempo se aproximou de Gabi.
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Durante as décadas seguintes, construiu repertório sólido em novelas da TV Globo, como “Cambalacho”, “O Outro”, “Vamp”, “Você Decide”, “A Próxima Vítima”, “Malhação”, “O Clone”, “América”, entre outras.
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Seu maior e mais reconhecido papel foi na novela “Mulheres de Areia” em 1993, quando interpretou o inesquecível Tonho da Lua. O personagem conquistou o público pela sensibilidade e tornou-se um dos papéis mais marcantes da tv brasileira.
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Outro papel importante foi o de Jatobá em “América”, um personagem que perdeu a visão após a idade adulta e, por isso, vivia com um cão-guia e enfrentava as dificuldades e o preconceito.
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Em “O Clone” interpretou Escobar, um médico que abandona o casamento com Clarice para viver um romance com a ambiciosa Alicinha, que o manipula e aplica um golpe.
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Outro personagem importante para sua foi Henrique na novela “Cambalacho” , em 1986. O personagem era um jovem que abandonava os estudos para seguir a carreira de trapezista, e a experiência acabou despertando no ator uma relação verdadeira com o universo circense.
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O ator disse à revista “Saúde Mais” que foi influenciado pelas gravações da novela “Cambalacho”, na década de 1980, na Rede Globo, na qual interpretou um trapezista. “Me aproximei do mundo circense para viver aquele papel, e acabei ficando…”.
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A partir de então, passou a investir em projetos ligados ao circo e, desde 1995, mantém o Grande Circo Popular do Brasil, também conhecido como Marcos Frota Circo Show, no qual chegou a se apresentar no trapézio.
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Além disso, atua como embaixador do Circo dos Sonhos e fundou a Universidade Livre do Circo (Unicirco) em 2001, dedicada à formação de novos artistas e foi responsável por criar escolas de artistas circenses.
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No cinema, participou de produções como “Os Trapalhões no Auto da Compadecida”, “O Casamento dos Trapalhões”, “O Grande Circo Místico” e, também, atuou como dublador em animações, entre elas “Madagascar 3: Os Procurados”.
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