Eles moldam o mundo com suas ideias; conheça expoentes da Economia
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Adam Smith (1723-1790) – Escocês, é o “pai do capitalismo”. O mais importante teórico do liberalismo. Autor de “A Riqueza das Nações” (1776), foi o primeiro a explicar conceitos como produção, preço e finanças públicas, numa época de surgimento da indústria. Defensor da livre concorrência e da inovação tecnológica.
Foto: Wikimedia Commons/domínio público -
David Ricardo (1772-1823) – Inglês, é considerado um dos fundadores da escola clássica de economia política. Abordou teorias da relação valor-trabalho e lucro-salário, além de importantes estudos sobre comércio internacional. Demonstrou que duas nações podem se beneficiar mutuamente do comércio livre.
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Karl Marx (1818-1883) – Alemão,viveu no Reino Unido. Seu pensamento sobre trabalho e capital exerceu grande influência. Marx apontava a luta de classes e os antagonismos do sistema capitalista entre burguesia e proletariado. Foi teórico do Socialismo e defendeu ações revolucionárias em defesa do Comunismo.
Foto: John Jabez Edwin Mayal - International Institute of Social History/Wikimedia Commons -
Alfred Marshall (1842-1924) – Britânico, escreveu “Princípios de Economia”, livro que reuniu teorias sobre oferta e procura e sobre custos de produção. Esta obra foi o manual de economia adotado na Inglaterra por longo período. Trabalhou em quatro universidades e foi membro da Academia Britânica.
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Irving Fisher (1867-1947) – Americano da Universidade de Yale, em Connecticut, foi um dos expoentes do “monetarismo”. Criou teorias sobre capital, mercado e inflação, inclusive a Teoria de Fisher, sobre uma variante no nível de preços. Foi um escritor prolífico, deixando livros e artigos técnicos.
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John Maynard Keynes (1883-1946)- O britânico foi eleito, em 1999, pela revista Time, uma das cem pessoas mais influentes do século XX. É o homem cujas ideias, no século XX, tiveram maior penetração nos estudos sobre economia mundial. Defendeu uma política de governo intervencionista. Foi diretor do Banco da Inglaterra.
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Joseph Schumpeter (1883-1950) – Austríaco, teve destacado papel no pensamento econômico da primeira metade do século XX. Considerava as inovações tecnológicas como motores do desenvolvimento. Com a ascensão do Nazismo, deixou a Áustria e se radicou nos EUA, permanecendo até a morte na Universidade de Harvard.
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Friedrich Hayek (1899-1992) – Nascido em Viena, representa a Escola Austríaca do pensamento econômico. Defensor do liberalismo, ganhou o Nobel de Economia (1974) pelo trabalho pioneiro nas teorias da moeda e da ligação entre fenômenos sociais e econômicos. Em “O Caminho da Servidão”, diz que um Estado centralizador gera totalitarismo e opressão.
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Joan Robinson (1903-1983) – Inglesa, introduziu em 1933 o termo “monopsônio” (mercado com apenas um comprador ou empregador). Analisando os efeitos da Grande Depressão, criou o modelo de “competência imperfeita”, que explica por que o mercado de trabalho funciona mal, gerando baixos salários e desemprego.
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Milton Friedman (1912-2006) – Economista americano e líder da Escola de Chicago, recebeu o Nobel em 1976. Defensor do monetarismo, associava a inflação ao excesso de moeda em circulação. Crítico da intervenção estatal, tornou-se um dos mais influentes pensadores do livre mercado no século XX.
Foto: Reprodução Youtube / Canal Manufacturing Intellect -
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Douglass North (1920-2015) – Americano, da Universidade da Califórnia, é um dos fundadores da nova “economia institucional”. Procurou demonstrar como o crescimento de longo prazo da sociedade é condicionado pela formação e evolução de suas instituições. Prêmio Nobel em 1993.
Foto: Unu-WilderWikimedia Commons -
Robert Solow (1924 – 2023) – Americano, é um dos principais nomes na área de Economia do Desenvolvimento. Procurou dar respostas para o problema da estagnação econômica. Criou um modelo de crescimento que relaciona produtividade, capacitação da mão-de-obra e investimento. Prêmio Nobel em 1987.
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Mario Henrique Simonsen (1935-1997)- É o brasileiro de maior influência, considerado o maior economista latino-americano da história. Especialista em macroeconomia, defensor da corrente monetarista de Milton Friedman, professor de Economia e autor de 15 livros. Foi Ministro da Fazenda, do Planejamento e sócio do Banco Bozano e Simonsen.
Foto: Acervo Biblioteca FGV -