Saiba o que era a ‘Cidade Proibida’, um dos lugares mais emblemáticos da China
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Hoje, transformada em museu, guarda tesouros artísticos e arquitetônicos que narram a história da China. Assim, visitar a Cidade Proibida é mergulhar em um universo de tradição, poder e beleza.
Foto: reprodução/ tripadvisor -
A Cidade Proibida começou a ser erguida em 1406, sob ordens do imperador Yongle da dinastia Ming. Milhares de trabalhadores e artesãos, durante 14 anos, criaram um complexo monumental que refletia a grandiosidade imperial e a harmonia entre arquitetura e filosofia chinesa.
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O nome original é Z?jìnchéng, que significa “Cidade Púrpura Proibida”. A cor púrpura remete à estrela polar, símbolo da morada celestial do imperador. Já o termo “proibida” indicava que apenas membros da corte e pessoas autorizadas podiam entrar.
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O complexo, que ocupa 720 mil metros quadrados e quase 1.000 edifícios entre pátios e corredores, tem construções que seguiram um eixo central rigoroso, refletindo a hierarquia social. Assim, cada detalhe da estrutura reforça a ideia de que o imperador era o elo entre o céu e a terra.
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Durante sua história, a Cidade Proibida abrigou 24 imperadores, e cada governante deixou marcas arquitetônicas e culturais. Portanto, o espaço não é apenas físico, mas também um testemunho vivo do legado e transformação do poder imperial.
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Sua arquitetura é carregada de simbolismo. As cores vermelha e dourada predominam, representando prosperidade e autoridade. Número de colunas, degraus e portas seguem padrões do pensamento confucionista e taoista. Assim, cada elemento transmite mensagens de ordem e equilíbrio.
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O portão de entrada mais famoso é o Meridiano, que dá acesso ao eixo central do complexo. Outros portões, como o da Harmonia Suprema, reforçam a ideia de transição entre mundos. Atravessar os portões era também simbolicamente romper para o espaço sagrado do poder.
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O Salão da Suprema Harmonia é o maior edifício da Cidade Proibida e servia para cerimônias, tais como coroações e celebrações. Com tronos e decorações douradas, reforçava a autoridade imperial. Assim, era palco de rituais que legitimavam o poder perante a corte e o povo.
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Já Salão da Harmonia Média, destinado a ensaios e preparações antes das grandes cerimônias, funcionava como espaço de transição, onde o imperador se preparava para os rituais. Dessa forma, ele simbolizava a passagem entre o cotidiano e o sagrado.
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O Salão da Preservação da Harmonia, por sua vez, era usado para banquetes e exames imperiais, reforçando a ideia de que a cultura e o conhecimento eram pilares do poder. Além de receber festas, o espaço também legitimava a hierarquia intelectual da corte.
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Os aposentos do imperador e da imperatriz ficavam na parte interna do complexo. Decorados com luxo, eles refletiam a vida privada da família real. Contudo, mesmo nos espaços mais reservados, a arquitetura mantinha símbolos de poder e ordem.
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Os jardins da Cidade Proibida eram locais de contemplação e descanso, com árvores centenárias, rochas ornamentais e pavilhões. Ao representarem a busca pela harmonia entre natureza e humanidade, eram vistos como espaços de equilíbrio e beleza.
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O palácio guarda milhares de peças de arte, incluindo porcelanas, desenhos em telas e esculturas. Esses objetos revelam o refinamento cultural da corte e a riqueza da tradição chinesa. Portanto, é também um museu vivo da arte.
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Em 1987, a Cidade Proibida foi reconhecida como Patrimônio Mundial da UNESCO, o que garantiu preservação e valorização. Hoje, o local abriga o Museu do Palácio, aberto ao público. Visitantes percorrem seus corredores todos os anos, aprendendo sobre a história imperial.
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A Cidade Proibida inspirou obras literárias, filmes e séries, tornando-se ícone cultural global. Sua imagem é associada ao mistério e à grandiosidade da China antiga. Assim, ela transcende fronteiras e continua a fascinar o mundo.
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Ao longo do século 20, o palácio passou por restaurações para preservar sua estrutura. O trabalho, absolutamente minucioso, garante que os detalhes originais sejam mantidos, e o local permaneça como testemunho vivo da história.
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Mais do que um monumento, a Cidade Proibida é símbolo da identidade chinesa. Ela conecta gerações, lembrando o poder e a cultura que moldaram o país. Assim, seu legado continua a inspirar e a ensinar sobre a importância da tradição.
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