Apneia do sono: entenda o risco do problema que levou Orlando Morais à mesa de cirurgia
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Ele compartilhou: “Resolvi gravar este vídeo, mesmo com muita dificuldade em articular as palavras, para alertar quanto à apneia, condição que traz muitos danos à saúde, de forma geral. Após 62 anos sem dormir e respirar direito, decidi me cuidar. Cuide-se você também”
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A apneia é uma condição que causa pausas na respiração durante o sono. Isso reduz a oxigenação do sangue e fragmenta o descanso, o que deixa a pessoa cansada mesmo após horas na cama.
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Existem três formas principais de apneia do sono. A mais comum é a obstrutiva, causada pelo relaxamento dos músculos da garganta. A central envolve falhas no sinal do cérebro para respirar. Já a mista combina os dois mecanismos.
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Ronco alto, pausas respiratórias, engasgos noturnos e sonolência diurna são os sinais mais frequentes. Em muitos casos, é o parceiro de cama quem nota os episódios primeiro.
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A polissonografia é o exame de referência para identificar o distúrbio. Realizada em laboratórios do sono, ela mede respiração, batimentos cardíacos e atividade cerebral durante a noite.
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Fatores como obesidade, idade avançada, uso de álcool e histórico familiar aumentam as chances de desenvolver o problema. Homens estão entre os mais afetados, mas mulheres também podem apresentar o distúrbio, sobretudo após a menopausa.
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A apneia também pode afetar crianças. No público infantil, costuma estar associada ao aumento das amígdalas e adenoides, o que gera dificuldades de aprendizado e atraso no crescimento.
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As consequências vão muito além do ronco. Pesquisas relacionam a apneia não tratada a hipertensão, arritmias, infarto e acidente vascular cerebral. A saúde cardiovascular é uma das mais comprometidas.
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Estudos recentes investigam a ligação entre apneia e declínio cognitivo. Há indícios de que a baixa oxigenação noturna prejudica a memória e a atenção, o que pode acelerar quadros de demência em longo prazo.
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Entre os tratamentos disponíveis, o CPAP se destaca. O aparelho envia fluxo contínuo de ar e mantém as vias aéreas abertas. Hoje, versões mais modernas e silenciosas ajudam a melhorar a adesão.
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Mudanças de hábitos também fazem diferença. Perder peso, evitar álcool antes de dormir e adotar a posição lateral ajudam em casos leves e complementam outros tratamentos.
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Cirurgias são indicadas em situações específicas, como desvio de septo ou excesso de tecido na garganta. Apesar disso, continuam sendo alternativas restritas.
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A estimativa de especialistas é de que milhões de pessoas convivam com o distúrbio sem saber. O desconhecimento e a falta de diagnóstico ainda são grandes obstáculos.
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Por isso, médicos alertam: prestar atenção nos sinais é essencial. O tratamento precoce melhora a qualidade de vida, protege o coração e evita complicações graves.
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