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Convulsão nem sempre é epilepsia e pode ou não ser algo grave; veja como agir
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Convulsão é uma manifestação neurológica causada por uma descarga elétrica anormal e excessiva no cérebro. Foto: Freepik/kjpargeter -
De forma simples, a convulsão é como se fosse um "curto-circuito" temporário no cérebro. Foto: Hal Gatewood/Unsplash -
Ela pode provocar movimentos involuntários do corpo, rigidez muscular, perda de consciência, salivação intensa, alterações na respiração e, em alguns casos, confusão mental após o episódio. Foto: Freepik/studiogstock -
“O paciente perde a consciência, não responde por si, cai no chão e tem movimentos rítmicos nos braços e nas pernas. A crise costuma durar entre 1 e 2 minutos", explicou ao g1 a médica neurologista Taíssa Ferrari Marinho. Foto: Imagem Freepik -
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"Durante esse tempo, a pessoa não tem como se defender ou se proteger, o que pode causar quedas e machucados", acrescentou ela. Foto: Freepik -
Algumas situações que podem gerar convulsões são: epilepsia (a causa mais conhecida); pancadas fortes na cabeça; AVC (derrame); infecções no sistema nervoso, como meningite ou encefalite; crise de abstinência ou overdose. Foto: Freepik/gstudioimagen -
Outra dica é marcar quanto tempo dura a crise — em alguns casos, pode durar mais de 5 minutos. Essa informação é preciosa para os médicos. Foto: Agê Barros/Unsplash -
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Após a crise, é normal que a pessoa acorde confusa, cansada ou com dor de cabeça. Foto: Freepik/rawpixel.com -
O ideal é ficar ao lado da vítima até que ela esteja totalmente orientada e recomende que ela busque avaliação médica, mesmo que já se sinta bem. Foto: Freepik