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Cassinos, hotéis, aviões e campos de golfe: os negócios bilionários de Donald Trump
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Do mercado imobiliário de luxo em Nova York aos cassinos de Atlantic City, passando por reality shows e empreendimentos internacionais, seus negócios sempre caminharam lado a lado com a autopromoção e uma estratégia agressiva de expansão. O Flipar mostra a seguir os negócios de Donald Trump! Foto: Domínio público/Wikimédia Commons -
O empurrão do pai – Donald Trump herdou milhões de dólares do pai, Fred Trump, um influente incorporador imobiliário dos distritos de Brooklyn e do Queens, em Nova York, além de receber garantias financeiras decisivas para iniciar seus próprios negócios. Foto: Domínio público/Wikimédia Commons -
Entrada em Manhattan – Nos anos 1970, Trump deixou os imóveis residenciais periféricos e apostou em Manhattan, buscando prestígio e visibilidade com grandes projetos no coração de Nova York. Foto: Reprodução do Facebook Myra Clergé -
A virada do Grand Hyatt – A renovação do hotel Grand Hyatt, perto da Grand Central Station, foi seu primeiro grande sucesso e consolidou sua reputação como negociador agressivo. Foto: Divulgação Hotel Martinez -
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A Trump Tower – Inaugurada em 1983, a torre na Quinta Avenida é um arranha-céu que virou símbolo máximo da marca Trump, misturando luxo, espetáculo e autopromoção. Foto: Reprodução do Facebook Trump Tower New York -
Expansão para os cassinos – Trump investiu pesado em cassinos de Atlantic City, como o Trump Taj Mahal, e o Trump Marina, financiados por dívidas elevadas, em uma aposta que mais tarde se revelaria insustentável. Foto: Reprodução do Youtube -
Falências controladas – Entre o fim dos anos 1980 e os 1990, várias empresas ligadas a Trump recorreram à recuperação judicial, preservando sua imagem pessoal, mas deixando prejuízos a credores. Foto: Reprodução do Youtube -
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A marca como negócio – Após os reveses financeiros, Trump passou a licenciar seu nome para hotéis, prédios e produtos, reduzindo riscos e ampliando ganhos. Foto: Divulgação -
Reality show e reinvenção – O programa The Apprentice (que teria a versão brasileira “O Aprendiz”) reposicionou Trump como empresário de sucesso para o grande público, revitalizando sua imagem e seus negócios. Foto: -
Hotéis e resorts de luxo – A partir dos anos 2000, a marca Trump se expandiu para hotéis e campos de golfe nos EUA e no exterior, muitas vezes por meio de parcerias. Foto: Domínio público/Wikimédia Commons -
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Esportes e entretenimento – Trump tentou se firmar no esporte profissional ao comprar o time de futebol americano New Jersey Generals, da liga alternativa USFL, e ao promover grandes lutas de boxe e eventos esportivos como estratégia de visibilidade e negócios. Foto: Domínio público/Wikimédia Commons -
Empreendimentos internacionais – Projetos na Ásia, Europa e Oriente Médio ampliaram o alcance global da marca, nem sempre com envolvimento direto de capital próprio. Foto: Divulgação -
Negócios fora do eixo imobiliário – Trump emprestou seu nome a produtos variados, com resultados desiguais. Foto: Divulgação -
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Revista, bebidas, pÃzza e steaks foram alguns dos ramos em que o atual presidente americano investiu, sempre batizando os empreendimentos com seu nome, como Trump Vodka, Trump Cafe e Trump Grill. Foto: DomÃnio público/Wikimédia Commons -
Universidade - Donald Trump investiu na Trump University, lançada em 2005 como uma empresa educacional privada focada em cursos de negócios e imóveis, sem status oficial de universidade. O projeto foi encerrado em 2010 e acabou envolvido em ações judiciais por fraude, resolvidas em 2016 com um acordo milionário, sem admissão formal de culpa. Foto: Reprodução do Youtube -
Aviação executiva e comercial – No fim dos anos 1980, Trump comprou a Trump Shuttle, uma companhia aérea regional no nordeste dos EUA, apostando no luxo e na visibilidade da marca, mas o negócio acumulou prejuízos e foi vendido poucos anos depois. Foto: Domínio público/Wikimédia Commons -
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Mídias e plataformas digitais – Já fora do mercado tradicional de mídia e entre seus dois mandatos presidenciais, Trump lançou sua própria rede social, a Truth Social, e investiu em empresas de comunicação alinhadas à sua base política, transformando engajamento e polarização em ativos econômicos e influência direta sobre milhões de seguidores. Foto: Reprodução do Instagram @exec.sum