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‘Doce da rainha’, diplomata e patente militar: veja origens curiosas dos nomes de pratos famosos
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Strogonoff: O strogonoff é um prato de origem ligada à Rússia imperial e recebeu esse nome em homenagem à família Stroganov. Foto: Reproduc?a?o/ReceiUnilever Food Solutions -
Inicialmente restrito à aristocracia, o prato se espalhou pelo mundo e ganhou variações conforme a cultura de cada país. No Brasil, tornou-se um clássico, embora seja bem diferente da receita original russa feita com creme azedo. Foto: Fernando Sadao Shiraishi/Pixabay -
Filé Oswaldo Aranha: Prato tradicional da culinária carioca, recebeu esse nome em homenagem ao diplomata gaúcho Oswaldo Aranha, frequentador do Restaurante Cosmopolita, no Rio de Janeiro, nas décadas de 1930 e 1940. Foto: Reproduc?a?o -
A receita surgiu a partir de suas preferências pessoais — filé alto com muito alho frito, acompanhado de arroz, farofa e batatas portuguesas — e fez tanto sucesso entre os clientes que acabou incorporada ao cardápio. Foto: Reproduc?a?o/Instagram @gladstonecampos -
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Cachorro-quente: O nome cachorro-quente surgiu a partir da popularização da salsicha frankfurter nos Estados Unidos, levada por imigrantes alemães no século 19. Foto: Freepik -
A salsicha longa passou a ser chamada informalmente de dachshund sausage, em referência ao formato semelhante ao do cachorro da raça dachshund. Com o tempo, a expressão foi abreviada para "hot dog". Foto: Hannah Chen/Pixabay -
Feijão-Tropeiro: O feijão-tropeiro surgiu no Brasil colonial como uma refeição prática dos tropeiros que viajavam pelo interior do país entre os séculos 17 e 19. Foto: Flickr - Moe Alves -
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Criado para atender às necessidades das longas jornadas, o prato combinava feijão, farinha de mandioca e carnes conservadas. Com o tempo, novos ingredientes como ovos e cebola foram adicionados. Foto: Reproduc?a?o -
Macaron: O macaron teria chegado à França no século 16, levado da Itália por Catherine de Médici, onde era conhecido como “Doce da Rainha” e apreciado pela nobreza. Inicialmente, era um simples biscoito de amêndoas, sem recheio, feito com claras, açúcar e farinha de amêndoas. Foto: Chelsea Audibert/Unsplash -
A versão colorida e recheada, hoje símbolo da confeitaria francesa, surgiu apenas no século 20, em Paris, com Pierre Hermé, da Ladurée, que transformou o macaron em um ícone da alta gastronomia. Foto: temple_travel/Pixabay -
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Panetone: A origem mais famosa do panetone é atribuída a uma lenda do século 15, na corte de Milão, quando um ajudante chamado Toni improvisou uma nova sobremesa após um erro na cozinha, misturando frutas e açúcar a um pão de fermentação. Foto: JetalProduções por Pixabay -
A criação foi tão bem recebida pela nobreza que o doce passou a ser chamado de "pan di Toni", termo que evoluiu foneticamente até se tornar o conhecido Panetone. Foto: Flickr - N i c o l a -
Caipirinha: O nome caipirinha tem origem social e cultural, derivado do termo “caipira”, usado para designar moradores do interior brasileiro, principalmente do Sudeste, com o diminutivo reforçando um tom afetivo. Foto: Freepik -
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A bebida surgiu no meio rural, onde cachaça, limão e açúcar eram comuns, sendo consumida tanto como refresco quanto como preparo caseiro para aliviar resfriados. Ao se popularizar nas cidades, o nome foi preservado. Foto: Flickr - turismobahia -
Brigadeiro: O nome brigadeiro refere-se à patente militar de Eduardo Gomes, então oficial da Força Aérea Brasileira e candidato à Presidência da República em 1945. Foto: Freepik/chandlervid85 -
Durante sua campanha, seus apoiadores passaram a vender um doce feito de leite condensado, chocolate e manteiga para arrecadar fundos, que era chamado de “doce do brigadeiro”. Foto: Felippe Lopes/Unsplash -
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Pé-de-Moleque: O nome pé-de-moleque tem origem incerta. A interpretação mais aceita vem do aspecto irregular e endurecido do doce, semelhante ao chão áspero das ruas antigas, que também recebia esse nome. Foto: Freepik -
Outra versão sugere que o nome nasceu do grito dos vendedores de rua para as crianças que tentavam ganhar o doce: "pede, moleque!". Outra hipótese foca na consistência dura do doce, que muitas vezes era quebrado com os pés pelas crianças. Foto: Freepik/stockking