Animais
Presença de peixes bagres com ferrão venenoso gera alerta em praias de São Paulo
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Registros no início de 2026 em municípios como Caraguatatuba e Ubatuba chamaram a atenção das autoridades e da população, não apenas pela frequência do fenômeno, mas também pelos riscos associados a esse tipo de peixe. Foto: Reprodução do Flickr geronimo -
O bagre possui um ferrão ligado a uma glândula venenosa, usado como forma de defesa. Foto: Reprodução do Flickr roberto duarte -
O contato com a pele humana pode provocar ferimentos dolorosos e inflamações, e já há relatos de pessoas machucadas em decorrência desse tipo de acidente na região. Foto: Reprodução do Youtube -
Diante disso, o alerta é para que banhistas evitem tocar nos animais, mesmo quando aparentam estar mortos. Foto: - Reprodução do Youtube -
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Em situações de ferimento causado pelo ferrão do bagre, a recomendação é buscar atendimento médico o mais rápido possível. Foto: Arquivo Pessoal -
A Prefeitura de Ubatuba reforçou que unidades de saúde devem ser procuradas imediatamente para avaliação e tratamento adequados, a fim de evitar complicações. Foto: Reprodução do Youtube -
Segundo a administração municipal de Ubatuba, o surgimento desses peixes nas praias não é considerado habitual. Entre as possíveis explicações está o aumento da temperatura da água do mar, que pode gerar estresse térmico nos animais e, em alguns casos, levá-los à morte, fazendo com que acabem encalhados na areia ou muito próximos da costa. Foto: - Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
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Já a Prefeitura de Caraguatatuba aponta outros fatores que também podem estar relacionados ao fenômeno, como a redução do oxigênio disponível na água, a presença de substâncias tóxicas e o descarte de peixes provenientes de capturas acidentais. Foto: Reprodução de vídeo TV Vanguarda -
O peixe bagre é um nome popular usado para designar diversas espécies de peixes pertencentes principalmente à ordem Siluriformes, encontradas tanto em água doce quanto em ambientes marinhos. Foto: Divulgação -
Bastante conhecidos no Brasil, os bagres chamam atenção por suas características físicas peculiares, pelo comportamento adaptável e também pelos cuidados que exigem no contato com seres humanos. Foto: Pawe? Cie?la /Wikimédia Commons -
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Uma das marcas mais evidentes do peixe bagre são os longos “bigodes”, os barbilhões, localizados ao redor da boca. Esses apêndices sensoriais funcionam como radares naturais, ajudando o animal a identificar alimentos, obstáculos e variações do ambiente, especialmente em águas turvas ou com pouca visibilidade. Foto: Reprodução do Flickr Facundo Toraya -
Outra característica importante da espécie é a presença de ferrões rígidos nas nadadeiras peitorais e, em algumas espécies, também na dorsal. Eles fazem parte do mecanismo de defesa do peixe e estão associados a glândulas que liberam toxinas. Foto: Imagem de geraldrose por Pixabay -
Embora o veneno raramente seja fatal, o contato pode causar dor intensa, inchaço, inflamação e, em casos mais graves, infecções secundárias. Por isso, recomenda-se nunca tocar em um bagre com as mãos desprotegidas, mesmo quando ele parece estar morto. Foto: Reprodução de Rede Social -
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Os bagres apresentam uma dieta bastante variada. Alimentam-se de pequenos peixes, crustáceos, moluscos, insetos e restos orgânicos, o que faz com que desempenhem um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas aquáticos. Essa capacidade de adaptação alimentar contribui para sua ampla distribuição geográfica. Foto: Imagem de geraldrose por Pixabay -
No Brasil, há espécies de bagres típicas de água doce, comuns em rios e represas, e outras adaptadas ao ambiente marinho, frequentemente encontradas em regiões costeiras e estuários. Algumas espécies realizam deslocamentos em busca de alimento ou melhores condições ambientais, o que pode explicar aparições em locais incomuns, como praias rasas ou faixas de areia. Foto: Imagem de Zden?k Chalupský por Pixabay -
Uma curiosidade interessante é que muitos bagres possuem hábitos predominantemente noturnos. Durante o dia, tendem a permanecer escondidos no fundo ou entre estruturas naturais, saindo à noite para se alimentar. Foto: Reprodução do Flickr Caio Brito -
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Em algumas regiões do país, determinadas espécies também são utilizadas na alimentação humana, sendo apreciadas na culinária regional, desde que manipuladas com cuidado antes do preparo. Foto: Reprodução do Flickr Miguel