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Milhões de senhas do Gmail podem estar comprometidas; veja como verificar!
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Quem fez a revelação foi o especialista em cibersegurança Troy Hunt, criador do site "Have I Been Pwned". Foto: Wikimedia Commons/Troy Hunt -
Segundo ele, foi detectada a exposição de mais de 183 milhões de e-mails e senhas de usuários do Gmail e outros provedores, totalizando 3,5 terabytes de informações comprometidas. Foto: Solen Feyissa/Unsplash -
O vazamento teria ocorrido em abril, mas só foi divulgado após cruzamentos de dados encontrados na "dark web". Foto: charlesdeluvio/Unsplash -
Os dados comprometidos podem incluir: data de nascimento, endereços de e-mail, nomes, senhas, números de telefone, endereços físicos e nomes de usuário. Foto: B_A/Pixabay -
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Usuários podem acessar o site "haveibeenpwned.com" para checar se seu e-mail foi exposto. Foto: Reprodução -
O site dará detalhes sobre os serviços envolvidos, os tipos de dados expostos e o período dos vazamentos em ordem cronológica. Foto: Reprodução -
Em resposta ao site TechTudo, o porta-voz do Google negou o vazamento e disse que tudo não passou de um mal-entendido. Foto: Divulgação/Google -
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Segundo a empresa, os registros vieram de “infostealers”, programas maliciosos que roubam credenciais de dispositivos individuais, e não de um ataque direto à plataforma. Foto: Philipp Katzenberger/Unsplash -
Mesmo assim, o Google reforçou recomendações de segurança, como "ativar a verificação em duas etapas e adotar chaves de acesso como uma alternativa mais forte e segura às senhas". Foto: Pixabay/Pexels -
A empresa também comunicou que os usuários devem redefinir as senhas quando elas forem expostas em grandes lotes como este. Foto: Freepik/rawpixel.com -
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Os 'infostealers' são programas maliciosos que infectam computadores por meio de downloads suspeitos, e-mails falsos ou sites comprometidos. Foto: Glenn Carstens-Peters/Unsplash -
Após a instalação, eles varrem o dispositivo da vítima em busca de senhas salvas em navegadores, informações de cartão de crédito e credenciais de acesso a diversos serviços. Foto: Oleksandr Pidvalnyi/Pixabay -
Por fim, essas informações são enviadas a criminosos, que as reúnem em grandes bancos de dados comercializados na "dark web". Foto: Clint Patterson/Unsplash -
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A diferença é: enquanto um vazamento de dados ocorre quando hackers invadem sistemas de empresas, o infostealer atua no dispositivo do próprio usuário, sendo este o ponto de vulnerabilidade — não os provedores como Gmail, Yahoo ou Outlook. Foto: appshunter.io/Unsplash -
Ainda assim, é importante tomar certas precauções em ambientes online para se proteger de eventuais problemas. Veja algumas dicas! Foto: Pexels/Pixabay -
Para alterar sua senha no Gmail, acesse o site "myaccount.google.com/security". Em "Como você faz login no Google", clique em "Senha". Foto: Unsplash/Stephen Phillips - Hostreviews.co.uk -
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Em seguida, digite sua senha atual e depois crie uma nova seguindo os parâmetros estabelecidos pelo Google. Foto: Freepik -
Já para ativar a autenticação em dois fatores (2FA), vá em "myaccount.google.com/security" e, em "Como fazer login no Google", clique em "Verificação em duas etapas". Foto: Christian Wiediger/Unsplash -
Escolha um dos métodos sugeridos: Código via SMS; App Google Authenticator e Chave de segurança física (mais avançado). Foto: NordWood Themes/Unsplash -
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Também é possível verificar quais dispositivos e atividades estão tendo acesso ao seu Gmail indo no menu "Seus dispositivos". Caso haja algum aparelho desconhecido logado, clique em “Remover”. Foto: Reprodução -
Já no menu ao lado, “Apps de terceiros com acesso à conta”, a recomendação é remover tudo que for desconhecido. Foto: Freepik/jannoon028