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Lenda urbana da ‘loira do banheiro’ é inspirada em história que aconteceu de verdade no Brasil
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O que pouca gente sabe é que a origem dessa lenda urbana vem da história real de Maria Augusta de Oliveira Borges, que viveu no século 19. Foto: Reprodução/TV Record -
Ela nasceu e foi criada em uma mansão de uma família rica da região de Guaratinguetá, São Paulo. Foto: Domínio público/Acervo Museu Paulista (USP) -
Seu pai era Visconde de Guaratinguetá, um importante produtor de café e comerciante da época. Foto: Reprodução -
Obrigada a se casar aos 14 com um homem 21 anos mais velho, ela fugiu para Paris, aos 18. Quando tinha 26, morreu em circunstâncias misteriosas. Foto: Reprodução/TV Record -
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Boatos diziam que a jovem teria morrido em decorrência da doença da raiva, mas seu atestado de óbito nunca foi encontrado. Foto: Reprodução/TV Record -
Seu corpo foi trazido ao Brasil por sua mãe, que, tomada pela culpa e pelo luto, manteve os restos mortais em uma urna de vidro exposta na mansão da família por meses. Foto: Reprodução/TV Record -
Durante esse período, relatos de visões da falecida e fenômenos sobrenaturais começaram a surgir, vindos da mãe e de pessoas próximas. Foto: Kamil Feczko/Unsplash -
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Alguns diziam ouvir a música que Maria Augusta costumava tocar no piano, enquanto outros podiam sentir cheiro de rosas brancas, perfume favorito da jovem. Foto: Johannes Plenio/Unsplash -
Depois de tantos relatos, a mãe finalmente decidiu enterrar a filha, mas as histórias sobrenaturais nunca deixaram de existir. Foto: Enrique/Pixabay -
Posteriormente, a mansão onde a família morava foi transformada na Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves. Foto: Reprodução/Facebook -
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Com o tempo, alunos e funcionários relatavam assombrações, como passos, portas batendo e manifestações nos banheiros. Foto: Reprodução/Record TV -
Um incêndio repentino ocorrido em 1916 fortaleceu a crença de que o espírito de Maria Augusta habitava o local. Alguns disseram que ela teria provocado o incidente. Foto: raquel raclette/Unsplash -
A associação da jovem com os banheiros vem da suposta causa de sua morte (raiva humana), que causaria uma sede incessante, explicando os relatos de torneiras que abriam sozinhas. Foto: Kati/Pixabay -
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Com o tempo, a história se tornou uma lenda urbana, compondo um mito que se tornou parte do folclore brasileiro. Foto: Imagem gerada por IA -
Hoje, para quem tiver interesse em fazer uma visitinha, o túmulo de Maria Augusta fica no Cemitério dos Passos, em Guaratinguetá. Foto: Reprodução -
Da mesma forma, a Escola Estadual Conselheiro Rodrigues Alves existe até hoje, cercada de mistérios e histórias esquisitas. Foto: Reprodução/TV Record -
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A lenda da loira do banheiro acompanhava um rito de "invocação" muito famoso, que variava de região para região. Veja os mais comuns! Foto: Till Naujock/Pixabay -
Primeiro, a pessoa precisa estar um banheiro de escola enquanto ele estiver vazio. Uma variação diz para dar três batidas na porta do último boxe com ela fechada. Foto: Kenny Miller/Unsplash -
Em outras versões, é preciso dar descarga três vezes ou acender e apagar a luz três vezes. Foto: Derek Lee/Unsplash -
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Ao fazer qualquer um desses rituais, é preciso chamar pela “Loira do Banheiro” em voz alta em frente a um espelho. Foto: Buchen WANG/Unsplash