Semana de alta-costura

Personalidades únicas

Desfiles da semana de alta-costura primavera verão 2026 em Paris mostraram diferentes vertentes de grandes marcas

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Entre os dias 26 e 29 de janeiro, aconteceu, em Paris, a Semana de alta-costura primavera verão 2026. Mais uma vez, a “cidade luz”, conhecida por ser uma das capitais globais da moda, recebeu as maiores grifes do mundo em desfiles de tirar o fôlego. Aqui, você descobre as principais tendências apresentadas por elas em solos parisienses.

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Simplicidade

A coleção que marcou a estreia de Matthieu Blazy na direção criativa da Chanel demonstrou um apelo pela simplicidade e natureza. Simplicidade, neste caso, traduzida em peças pouco extravagantes, esvoaçantes e com transparência em tecidos como o musseline. Apesar disso, o tradicional tweed, ícone da marca, apareceu tanto em modelos midi quanto longos.

Elie Saab
Elie Saab fashionnetwork/divulgação


Extrapolando o que se enxerga nas peças, o cenário em que a grife desfilou mais parecia um filme. Em tons de rosa claro, o espaço era repleto de enormes cogumelos e folhagens também em tons de rosa, se transformando em um verdadeiro universo encantado.


Surrealismo

Como costuma acontecer, o desfile da Schiaparelli foi, ao mesmo tempo, apaixonante e impactante. As peças, sobretudo em tons neutros, apresentaram diferentes silhuetas e muitas aplicações. Essas, aparecem em forma de franjas, pedrarias, flores, penas e plumas.


São elas, as plumas, aliás, que roubaram a cena desse espetáculo de texturas. Aparecem em blazers e jaquetas e também em uma asa usada como “alegoria” em um modelo desfilado.


Chamamos a atenção para o trabalho com muito volume, por meio de drapeados, tecidos como o tule e mesmo estruturas por baixo de vestidos deslumbrantes.

Armani Privè
Armani Privè fashionnetwork/divulgação


Recomeço

Pela primeira vez sem Giorgio Armani, falecido no último ano, a Armani Privé desfilou em Paris, na semana de alta-costura. Quem assinou a linha foi Silvana Armani, sobrinha do fundador da grife.
Além de tons neutros como o branco e o preto, se destaca o tom de menta que foi usado em diversas peças da coleção, assim como o tecido acetinado que marcou o desfile – esse, em diversos tons. As texturas também foram muito exploradas pela marca. Casaquetos aparecem com franjas, camadas de tecido, e diversos tipos de aplicações.


Conjuntos com calças e paletós descontraídos, menos estruturados, chamaram a atenção.

Pontos de cor

Se em desfiles passados vimos a mistura de cores predominar, nas coleções para a primavera verão 2026 acompanhamos os tons vibrantes como complemento de looks mais neutros. Foi exatamente isso que aconteceu no desfile de Christian Dior.


Em uma coleção com muita variedade de texturas, tecidos e modelagem, a grife apostou em acessórios para as mãos e até mesmo brincos como grandes pontos de cor, deixando as misturas ainda mais interessantes.


Brilho

Pedrarias e muito brilho foram marcas do desfile de Elie Saab que já é muito reconhecido por isso. Peças com cintura marcada e feitas, sobretudo, em tons de dourado, reforçou o apreço do estilista libanês por modelos clássicos e pela moda festa.


Bordado

Quem nos fez viajar no tempo com os bordados foi Zuhair Murad. Em vestidos de festa com modelagem mais moderna, mais justa – apesar de enormes caudas e mangas –, ele investiu nas pedrarias que nos levaram diretamente à Versalhes. O próprio cenário do desfile tornou tudo mais “pomposo” e extravagante.


Em tom de homenagem

De pequenas janelinhas, o público assistiu ao desfile da Valentino. Pouco tempo após a morte do fundador da grife, Valentino Garavani, o espetáculo teve um tom ainda mais especial. Cada look escolhido pelo diretor-criativo Alessandro Michele, que aparecia rapidamente como uma foto, levava os convidados a conhecer uma nova faceta dessa coleção estupenda.


O glamour hollywoodiano foi chave dessa coleção, com muitas peças dramáticas e sensuais, que remetem até às décadas de 1920 e 1930 nos Estados Unidos. Mangas amplas, vestidos em veludo, bordados, golas exuberantes, plumas, muitas e muitas camadas e mistura de cores foram alguns dos pontos altos. Vale a pena conferir todas as peças fruto do incrível trabalho de Michele, que nos transportou para muitos lugares e tempos, mesmo que em poucos minutos.


Ausências

Além das maravilhas apresentadas – dentre elas, algumas destacadas acima –, também é preciso citar algumas ausências significativas. Jean Paul Gaultier, Fendi e Maison Margiela são nomes de peso que não se apresentaram. n

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*Estagiária sob supervisão da editora
Isabela Teixeira da Costa

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