Aumento da margem consignável do INSS: oportunidade ou risco financeiro
Reajuste do salário mínimo amplia o crédito consignado para aposentados e pensionistas, mas exige atenção ao orçamento e uso consciente do benefício mensal
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O aumento da margem consignável do INSS em 2026 reacendeu o debate sobre crédito, planejamento financeiro e uso consciente do benefício. Com o reajuste anual do salário mínimo, muitos aposentados e pensionistas passaram a ter mais oportunidades para contratar crédito, o que amplia as possibilidades de empréstimo consignado, mas também exige atenção redobrada ao orçamento mensal.
Segundo pesquisa Datatudo, realizada pela fintech meutudo, o tema desperta interesse, mas ainda gera dúvidas sobre cálculo, limites e impactos reais no bolso.
A seguir, veja como essa mudança funciona na prática, o que ela representa para os beneficiários e como um simulador de margem consignável pode ajudar no planejamento financeiro.
O que é a margem consignável do INSS?
A margem consignável é o percentual da renda que pode ser comprometido com empréstimos descontados diretamente da aposentadoria ou pensão do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
Essa regra existe para proteger o beneficiário do superendividamento, garantindo que parte do benefício mensal permaneça disponível para despesas essenciais.
Atualmente, a margem consignável para aposentados e pensionistas do INSS totaliza 45% do benefício, distribuída da seguinte forma:
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35% para empréstimo consignado;
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5% para cartão de crédito consignado;
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5% para cartão de benefício consignado
Com o reajuste do salário mínimo em 2026, que passou de R$ 1.518 para R$ 1.621, a margem consignável também aumentou proporcionalmente.
Mesmo com os percentuais mantidos, o valor em reais disponível para contratação de crédito ficou maior. Na prática, isso permite acesso a quantias um pouco mais elevadas em novos contratos ou até a novas oportunidades de crédito para quem estava com a margem zerada.
O aumento pode representar um alívio momentâneo no orçamento ou uma chance de reorganizar as finanças. No entanto, quanto maior a margem, maior também o risco de comprometer o benefício com parcelas que pesem no fim do mês.
Por isso, antes de contratar um empréstimo, com o aumento de salário 2026, é fundamental verificar exatamente quanto da margem ainda pode ser utilizada com segurança.
Oportunidade de crédito
A percepção sobre o aumento da margem consignável em 2026 já aparece com mais clareza entre os beneficiários do INSS. Segundo pesquisa realizada pela fintech meutudo no último trimestre de 2025, a maioria avalia a mudança de forma positiva.
Confira os dados coletados:
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65% consideram o aumento da margem uma boa notícia, por enxergarem mais espaço para crédito, especialmente após o reajuste do salário mínimo;
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25% se mostraram indiferentes, afirmando não utilizar crédito consignado;
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11% veem o aumento com preocupação, por acreditarem que ele pode elevar o risco de endividamento.
Os dados mostram que, embora o crédito consignado siga como uma das modalidades mais acessíveis para aposentados e pensionistas, ele exige cautela.
O entusiasmo da maioria é compreensível, já que o aumento da margem permite contratar valores maiores ou parcelas mais suaves. Ainda assim, a preocupação de parte dos entrevistados serve como alerta: o crédito só é positivo quando utilizado com planejamento.
Como o aumento de margem funciona
Apesar de o aumento da margem consignável representar uma oportunidade para muitos beneficiários do INSS, a maioria ainda não entende como isso funciona na prática. A pesquisa da meutudo revelou um dado preocupante: 66% dos entrevistados afirmaram não saber como calcular a própria margem consignável após o reajuste do salário mínimo.
Apenas 34% disseram compreender como esse cálculo é feito, evidenciando a falta de conhecimento sobre um tema que afeta diretamente o bolso dos aposentados e pensionistas.
Confira o gráfico abaixo com as informações coletadas na pesquisa:
Essa falta de entendimento pode levar muitos beneficiários a tomar decisões apressadas ou mal informadas, correndo o risco de comprometer excessivamente o orçamento. Por isso, mais do que nunca, é fundamental aprender a calcular a margem ou utilizar ferramentas que facilitem esse processo.
E como calcular na prática?
O cálculo da margem consignável é relativamente simples. Basta multiplicar o valor do benefício mensal pelo percentual permitido.
Com o salário mínimo de 2026 fixado em R$ 1.621, o cálculo fica da seguinte maneira:
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Empréstimo consignado (35%): R$ 1.621 × 35% = R$ 567,35
Esse é o valor máximo disponível para o pagamento das parcelas mensais de um ou mais empréstimos consignados.
Para o cartão de crédito consignado e o cartão benefício, o cálculo segue a mesma lógica:
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R$ 1.621 × 5% = R$ 81,05 para cada modalidade
Para evitar erros ou contas manuais, uma alternativa é utilizar o simulador de margem consignável da meutudo. A ferramenta realiza os cálculos automaticamente com base no valor do benefício e indica quanto da margem ainda está disponível para novos contratos.
Trata-se de uma forma prática e segura de entender a situação financeira antes de assumir qualquer compromisso.
Aumento da margem pode ajudar a economia
Além de impactar diretamente o bolso de quem recebe aposentadoria ou pensão, o aumento da margem consignável também levanta debates sobre seus efeitos na economia como um todo.
A pesquisa também revisitou a percepção dos beneficiários do INSS sobre esse assunto, e os dados revelam uma visão otimista. Confira o gráfico abaixo com os resultados da pesquisa:
De acordo com os entrevistados:
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45% acreditam que o aumento da margem estimula o consumo e ajuda a economia;
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12% veem a medida como negativa, por aumentar o risco de endividamento;
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14% afirmam que o impacto depende das taxas de juros praticadas;
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10% consideram que o aumento não influencia significativamente a economia;
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18% não souberam opinar.
Os dados indicam que muitos enxergam a ampliação da margem não apenas como um benefício individual, mas também como um estímulo ao comércio e à economia local. Ao mesmo tempo, reforçam a importância da educação financeira e da clareza nas condições de crédito.
Como a meutudo pode ajudar no planejamento com a nova margem
Com o aumento da margem consignável em 2026, surgem novas oportunidades de crédito para beneficiários do INSS. Nesse contexto, o planejamento financeiro torna-se essencial.
A meutudo atua justamente nesse momento, oferecendo soluções pensadas para quem busca praticidade, segurança e controle financeiro. Para quem estava com a margem zerada, o reajuste do salário mínimo pode abrir espaço para um novo consignado de forma mais equilibrada.
Entre as vantagens de contratar um empréstimo consignado INSS com a meutudo estão:
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contratação 100% online, sem filas ou papeladas;
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disponibilidade para negativados, sem consulta ao SPC ou Serasa;
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processo rápido e seguro, via celular ou computador;
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desconto direto na folha de pagamento;
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taxas acessíveis e competitivas;
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suporte personalizado em todas as etapas, via aplicativo.
A contratação pode ser feita a qualquer hora, de qualquer lugar, por meio do aplicativo ou do site oficial.
O aumento da margem consignável em 2026, impulsionado pelo reajuste do salário mínimo, trouxe novas possibilidades para os beneficiários do INSS. Para muitos, trata-se de uma chance de reorganizar as finanças e acessar crédito com mais facilidade.
No entanto, como todo recurso financeiro, exige informação, cautela e planejamento. Utilizar ferramentas adequadas e contar com parceiros confiáveis, como a meutudo, é fundamental para transformar a nova margem em uma oportunidade real de equilíbrio e tranquilidade financeira.
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