Curiosidades

Mulher encontra diamante de 3,09 quilates durante passeio por parque estadual no Arkansas

Uma mulher da Pensilvânia encontrou um diamante branco de 3,09 quilates durante uma visita ao Crater of Diamonds State Park. Saiba mais!

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Descobrir um diamante em um passeio comum de férias pode parecer improvável, mas essa situação é mais frequente do que se imagina em um ponto específico dos Estados Unidos. Em Murfreesboro, no estado do Arkansas, um parque estadual permite que qualquer visitante procure pedras preciosas em uma antiga área vulcânica. A cada novo achado, histórias pessoais se misturam com dados geológicos e com a curiosidade de quem acompanha essas notícias à distância.

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Uma mulher da Pensilvânia encontrou um diamante branco de 3,09 quilates durante uma visita ao Crater of Diamonds State Park. Segundo informações do próprio parque no site da CBS News, a visitante atravessava um período de luto pela perda de familiares próximos e viu na descoberta um símbolo de recomeço. Assim, a joia recebeu o nome de Za’Novia Liberty Diamond, referência aos netos da mulher e ao simbolismo dos 250 anos dos Estados Unidos, comemorados em 2026.

ma mulher da Pensilvânia encontrou um diamante branco de 3,09 quilates durante uma visita ao Crater of Diamonds State Park – Arkansas State Parks

Diamante em parque: como funciona o Crater of Diamonds?

O Crater of Diamonds State Park, localizado no condado de Pike, é o único lugar do mundo aberto ao público onde é permitido buscar diamantes em sua fonte vulcânica original. A área de exploração é um campo arado de aproximadamente 37 acres, onde qualquer pessoa pode caminhar, cavar ou peneirar o solo em busca de pedras. A regra é simples e bastante divulgada: tudo o que for encontrado pertence ao visitante.

De acordo com dados do parque, já houve o registro de mais de 37 mil diamantes desde que o local se tornou parque estadual, em 1972. Os funcionários catalogam os achados mais relevantes, incluindo peso, cor e características visuais, e disponibilizam informações para fins educativos e turísticos. O diamante batizado de Za’Novia Liberty Diamond chamou atenção por ser um cristal branco, relativamente grande para os padrões do parque, com aparência lisa e quase incolor.

Por que o Crater of Diamonds é tão especial para quem procura diamantes?

A área do parque está situada em uma antiga chaminé vulcânica, onde o magma trouxe à superfície minerais formados em grande profundidade, entre eles os diamantes. Com o tempo, o intemperismo e a ação humana expuseram essas rochas, criando um ambiente propício à procura de gemas a céu aberto. Para quem se interessa pelo tema, o lugar funciona como uma espécie de laboratório natural de geologia, mas em escala acessível ao público leigo.

Para muitos visitantes, a busca por diamantes no Arkansas não é apenas um passatempo. Histórias pessoais acabam se misturando ao ato de garimpar. Pessoas em processo de recuperação emocional, famílias em férias e curiosos movidos pela ideia de encontrar uma pedra preciosa dividem o mesmo terreno. O caso da visitante da Pensilvânia, em luto pela perda do filho e do pai, reforçou a imagem do parque como um espaço em que memórias, homenagens e símbolos de esperança ganham forma em pedras raras.

  • A área é aberta ao público mediante pagamento de ingresso diário.
  • Ferramentas simples podem ser levadas ou alugadas no local.
  • Funcionários auxiliam na identificação de minerais encontrados.
  • Os visitantes registram achados significativos no centro de visitantes.

Como procurar diamantes no Arkansas: o que os visitantes costumam fazer?

Quem decide procurar um diamante no Crater of Diamonds costuma adotar algumas estratégias básicas. Não há fórmula garantida, mas o próprio parque orienta os visitantes sobre técnicas mais comuns. Parte das pessoas simplesmente caminha pelo campo, observando o chão úmido após a chuva, quando pedras mais claras podem se destacar na superfície. Outras preferem cavar e peneirar o solo, em um trabalho mais demorado.

  1. Observar o clima: dias posteriores a chuvas costumam ser apontados como favoráveis, pois o barro escorre e revela novas pedras.
  2. Levar ferramentas adequadas: baldes, peneiras e pequenas pás ajudam a separar o cascalho mais promissor.
  3. Aprender a identificar minerais: quartzo, calcita e outras pedras claras podem ser confundidas com diamantes, por isso orientações do parque são consideradas essenciais.
  4. Registrar o achado: ao encontrar algo suspeito, muitos visitantes levam o material ao centro de informações, onde funcionários analisam o objeto.

Enquanto alguns focam na chance de sair do parque com uma joia valiosa, outros tratam a atividade como uma experiência educativa. Crianças e adultos têm contato direto com processos naturais que geralmente são estudados apenas em livros. A combinação entre turismo, história local e mineração recreativa transformou o Crater of Diamonds em um ponto singular na paisagem turística do Arkansas.

O Crater of Diamonds State Park, localizado no condado de Pike, é o único lugar do mundo aberto ao público onde é permitido buscar diamantes em sua fonte vulcânica original – depositphotos.com / NicholasGeraldinePhotography

Quais são os principais diamantes já encontrados no Crater of Diamonds?

Entre os achados mais conhecidos do parque está o diamante chamado Uncle Sam, descoberto em 1924, antes da criação do parque estadual. Com 40,23 quilates, ele permanece registrado como o maior diamante já encontrado em território norte-americano. Desde então, diversas outras pedras notáveis foram catalogadas, muitas delas lapidadas e rebatizadas, ganhando novos significados conforme a história de quem as encontrou.

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O registro de mais de 37.377 diamantes até janeiro de 2026 mostra que, embora grandes descobertas sejam raras, a possibilidade de encontrar uma pedra preciosa é real. A escolha dos nomes também chama atenção: alguns visitantes homenageiam familiares, outros destacam datas históricas, como fez a mulher da Pensilvânia ao associar o Za’Novia Liberty Diamond ao aniversário de 250 anos dos Estados Unidos. Assim, o parque se mantém como um cenário em que geologia, memória afetiva e turismo se cruzam em um mesmo terreno arado.

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