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Golpe do chocolate viraliza: Carolina Portaluppi alerta seguidores

Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, do Vasco, relatou que caiu no chamado golpe do chocolate e decidiu expor o caso para alertar seguidores. Saiba como funciona esse golpe.

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Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho, do Vasco, relatou que caiu no chamado golpe do chocolate e decidiu expor o caso para alertar seguidores. A influenciadora de 31 anos contou que recebeu um e-mail com um link que prometia R$ 1 mil em chocolates, desde que encaminhasse a mensagem para mais 20 pessoas. O link teria sido enviado por uma amiga, o que aumentou a sensação de segurança. Carol afirmou ainda que teve vontade de marcar o arroba aqui da empresa, porque era uma empresa famosa.

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Após clicar e repassar a mensagem, ela percebeu que tinha sido vítima de um golpe digital e que outras pessoas também estavam sendo afetadas. Em seus stories, Carol avisou: Caí num golpe e estou fazendo um monte de gente cair agora pelo WhatsApp, então, se você tem meu Whats e estou mandando um link, não clica. Em outro trecho, desabafou que foi uma bola de neve, já que o conteúdo se espalhou rapidamente entre contatos e grupos. O episódio ilustra como esse tipo de fraude explora a confiança entre amigos e familiares.

O chamado golpe do chocolate é uma variação de golpes digitais que prometem brindes, vales-compra ou dinheiro em troca de cliques e compartilhamentos – depositphotos.com / serezniy

O que é o golpe do chocolate e como ele funciona?

O chamado golpe do chocolate é uma variação de golpes digitais que prometem brindes, vales-compra ou dinheiro em troca de cliques e compartilhamentos. No caso que viralizou recentemente, a oferta falsa era de R$ 1 mil em chocolates de uma marca conhecida. A mensagem chegava por e-mail ou aplicativos de conversa, acompanhada de um link que pedia o preenchimento de dados pessoais e o encaminhamento para várias outras pessoas.

O funcionamento é simples e eficiente para quem aplica a fraude. Em geral, o usuário é direcionado para uma página que imita o site de uma empresa famosa, com logotipo, cores e linguagem semelhantes às oficiais. Em seguida, o site fraudulento pede que a pessoa responda a um questionário rápido, informe nome, telefone, e-mail ou até dados bancários, e compartilhe o link com um número mínimo de contatos. Quanto mais o link é espalhado, maior o alcance do golpe e maior o volume de dados coletados pelos criminosos.

Em algumas versões do golpe do chocolate, após o preenchimento das informações, o site redireciona para instalações de aplicativos suspeitos ou solicita permissões indevidas no navegador e no celular. Isso pode abrir caminho para outros golpes, como assinatura de serviços pagos sem consentimento, instalação de vírus ou uso dos dados para novos contatos falsos. A promessa inicial de um brinde atrativo serve apenas como isca para ampliar a base de vítimas.

Por que tantas pessoas caem no golpe do chocolate?

Há alguns fatores que explicam por que o golpe do chocolate nas redes sociais atinge tanta gente. Um dos principais é o uso de marcas conhecidas, que passam sensação de credibilidade. Quando o nome de uma empresa famosa aparece junto a uma oferta limitada, muitos acreditam que se trata de uma ação promocional legítima, especialmente em datas comemorativas ou períodos de grande consumo.

Outro ponto é o envolvimento de contatos próximos. No caso de Carol Portaluppi, o link chegou por meio de uma amiga, o que reduziu o senso de desconfiança. Quando a mensagem vem de alguém conhecido, a tendência é considerar que a pessoa já verificou a oferta. Além disso, a estrutura do golpe se apoia em elementos de urgência, como último dia, vagas limitadas ou a exigência de compartilhar com vários contatos para garantir o brinde.

Também há o aspecto psicológico ligado à recompensa fácil. A ideia de receber R$ 1 mil em chocolates com poucos cliques estimula a curiosidade e diminui a atenção aos detalhes de segurança. Muitas pessoas não conferem o endereço do site, não procuram informações oficiais da marca e acabam ignorando sinais de alerta. Isso cria o cenário ideal para que o golpe se espalhe rapidamente, como uma corrente em redes sociais e aplicativos de mensagem.

Quais são os riscos e como identificar esse tipo de golpe digital?

Os riscos do golpe do chocolate vão além do simples clique em um link. Em primeiro lugar, há a exposição de dados pessoais, como nome completo, telefone, e-mail e, em alguns casos, dados financeiros. Essas informações podem ser utilizadas em outros golpes, como tentativas de roubo de contas, abertura de cadastros não autorizados ou envio de novas fraudes personalizadas.

Em situações mais graves, o link pode levar à instalação de aplicativos maliciosos ou arquivos que comprometem o celular ou o computador. Isso pode permitir o acesso remoto ao dispositivo, a captura de senhas e até a movimentação de contas financeiras. Há, ainda, o risco de a pessoa, sem perceber, se tornar multiplicadora do golpe, como relatou Carol, repassando o link para dezenas de contatos e contribuindo para que outras pessoas também tenham prejuízos.

Alguns sinais ajudam a identificar o golpe do chocolate online e outros esquemas semelhantes:

  • Promessas de prêmios muito altos em troca de ações simples, como responder perguntas ou encaminhar links.
  • Exigência de compartilhar o conteúdo com vários contatos para liberar o brinde.
  • Sites com endereços estranhos, diferentes do domínio oficial da marca.
  • Erros de português, formatação confusa e falta de informações claras sobre regulamento.
  • Ausência de qualquer menção à promoção nos canais oficiais da empresa, como site e redes sociais verificadas.
Algumas atitudes simples podem reduzir bastante o risco de cair em golpes digitais como esse – depositphotos.com / IgorTishenko

Como evitar cair no golpe do chocolate e em outras fraudes semelhantes?

Algumas atitudes simples podem reduzir bastante o risco de cair em golpes digitais como esse. A principal medida é desconfiar de ofertas muito vantajosas, mesmo que venham de pessoas conhecidas. Antes de clicar em links que prometem brindes, vale conferir se a promoção está realmente sendo divulgada pelos canais oficiais da marca, como site, perfis verificados em redes sociais ou comunicados à imprensa.

Além disso, especialistas em segurança digital recomendam algumas práticas preventivas:

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  1. Verificar o endereço do site: conferir se o domínio corresponde ao da empresa e se há cadeado de segurança no navegador.
  2. Evitar informar dados sensíveis: nunca fornecer senhas, números de cartão ou códigos de verificação em páginas acessadas por links de correntes.
  3. Não instalar aplicativos a partir de links suspeitos: sempre baixar apps apenas pelas lojas oficiais.
  4. Confirmar com a empresa: em caso de dúvida, buscar contato direto com o atendimento da marca para checar se a campanha existe.
  5. Alertar contatos: se perceber que um link é falso, avisar imediatamente amigos e familiares que possam ter recebido a mensagem.

O episódio envolvendo Carol Portaluppi mostra como o golpe do chocolate se apoia na confiança entre pessoas e na força de grandes marcas para se espalhar. Ao adotar uma postura mais cautelosa diante de links promocionais e correntes que correm por e-mail e aplicativos de mensagem, há maior chance de evitar perdas financeiras e exposição de dados, reduzindo o espaço para esse tipo de fraude digital.

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