Música

Do Paralamas ao Police: a história do trio que toca clássicos em solo brasileiro

Do Paralamas ao Police: conheça o Call of Police, trio com membros originais que traz clássicos do rock em shows exclusivos no Brasil

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Formado pela união de trajetórias que marcaram o rock brasileiro e britânico, o grupo Call of Police tem chamado a atenção por reunir no mesmo palco um integrante dOs Paralamas do Sucesso e um músico que passou pela formação original do The Police. A proposta da banda é revisitar clássicos do trio inglês, com arranjos fiéis às gravações de estúdio, mas carregados da experiência acumulada em décadas de estrada de seus integrantes.

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Com turnê marcada em diferentes cidades do Brasil, o Call of Police surge como um projeto que aproxima gerações. De um lado, um nome ligado diretamente à história do rock nacional; de outro, um artista com ligação direta ao universo do grupo liderado por Sting. O resultado é um repertório que transita por grandes sucessos dos anos 70 e 80, apresentado em palcos brasileiros com estrutura pensada para destacar cada detalhe sonoro.

Do Paralamas ao Police: a história do trio que toca clássicos em solo brasileiro

O Call of Police nasceu da ideia de celebrar a obra do The Police em formato de power trio, respeitando a essência minimalista da banda britânica. Para isso, o projeto reuniu um músico dOs Paralamas do Sucesso grupo fundamental na consolidação do rock e do pop brasileiro e um instrumentista que integrou a formação original ou de apoio do The Police em seus períodos de maior atividade. Essa combinação confere ao show um caráter de reencontro entre cenas musicais que dialogaram à distância durante décadas.

A presença de um membro dos Paralamas traz ao Call of Police a experiência de quem ajudou a moldar o som do rock brasileiro a partir dos anos 80, misturando reggae, ska e rock. Já o integrante ligado ao Police carrega o repertório, as nuances de arranjo e a memória viva de palcos internacionais. A curiosidade central do grupo está justamente nessa junção: um trio que, ao mesmo tempo, representa a história da música pop no Brasil e a sonoridade de uma das bandas britânicas mais conhecidas mundialmente.

Call of Police no Brasil: o que o público pode esperar dos shows?

Nos palcos brasileiros, o Call of Police prioriza um repertório baseado nos grandes sucessos do The Police, incluindo faixas que se tornaram presenças constantes em rádios e trilhas sonoras desde o final dos anos 70. O foco está na performance ao vivo com formação de trio, destacando baixo, guitarra e bateria, além de vocais que procuram respeitar as linhas melódicas originais, sem abrir mão de sutis variações criadas pelos músicos.

Em apresentações no Brasil, o roteiro costuma incluir canções que marcaram períodos distintos da banda inglesa, passando pelas primeiras gravações mais cruas até os trabalhos que alcançaram maior sucesso comercial. Entre os aspectos mais comentados pelos fãs está a forma como o grupo equilibra fidelidade aos arranjos originais e a personalidade de cada músico, o que acaba criando uma identidade própria para o Call of Police.

  • Repertório focado em clássicos do The Police.
  • Formato de trio, inspirado na formação tradicional da banda britânica.
  • Integração de elementos do rock brasileiro e da cena inglesa.
  • Shows em casas de médio e grande porte em capitais e cidades do interior.
Clássicos do The Police ganham nova energia em turnê brasileira com DNA do rock nacional – Reprodução

Como surgiu esse encontro entre Paralamas e Police?

A origem do Call of Police está ligada a encontros de bastidores, festivais e turnês que aproximaram músicos brasileiros e estrangeiros ao longo dos anos. A convivência em estúdios, gravações especiais e participações em shows colaborativos criou um ambiente em que a ideia de montar um trio dedicado ao repertório do Police passou a ser trabalhada com mais atenção. O convite a um integrante dos Paralamas e a um músico ligado ao Police original consolidou o conceito do projeto.

Com o tempo, a proposta deixou de ser uma reunião pontual para se transformar em grupo com agenda fixa, ensaios regulares e um espetáculo estruturado. A formação se apoia na bagagem de estrada dos três integrantes e no entendimento comum de que a obra do Police pode ser reinterpretada respeitando arranjos, timbres e dinâmicas, mas com a energia de um show atual em solo brasileiro.

  1. Definição do repertório com base na discografia do The Police.
  2. Ajuste de arranjos para o formato de trio com experiência de Paralamas e Police.
  3. Ensaios focados em timbres, vocais e dinâmica ao vivo.
  4. Montagem de um show pensado para palcos brasileiros, com duração e setlist adaptados.

Por que o Call of Police desperta tanto interesse do público?

O interesse pelo Call of Police se explica, em parte, pelo peso dos nomes envolvidos. A participação de um integrante dos Paralamas conecta o projeto diretamente à história da música popular brasileira recente. Ao mesmo tempo, contar com alguém ligado ao Police original traz uma sensação de proximidade com a trajetória da banda britânica, que continua em evidência mesmo após décadas do auge de sua carreira.

Outro ponto relevante é o apelo nostálgico. As canções do The Police seguem presentes em playlists, rádios e trilhas, alcançando tanto quem viveu o lançamento original dos discos quanto um público mais jovem, que passou a conhecer essas músicas pelas plataformas digitais. O Call of Police se posiciona exatamente nesse encontro de gerações: apresenta um repertório consagrado, interpretado por músicos que carregam, em sua formação, a ligação real com os dois universos o dos Paralamas e o do Police.

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Dessa forma, os shows do Call of Police no Brasil funcionam como uma espécie de ponte entre cenas musicais e épocas diferentes, mantendo o foco na obra do The Police, mas evidenciando a participação ativa de nomes que ajudaram a construir o rock em inglês e em português. O resultado é um espetáculo que se apoia na história dos envolvidos e na permanência dos clássicos que continuam circulando pelo país em novas versões e formatos.

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