Música

Porão do Rock 2026: os gigantes do rock chegam a Brasília em maio

O Porão do Rock 2026 surge como um dos eventos mais comentados do calendário musical brasileiro. Veja detalhes do evento em Brasília e principais atrações.

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O Porão do Rock 2026 surge como um dos eventos mais comentados do calendário musical brasileiro. Afinal, reúne nomes nacionais e internacionais em dois dias de programação intensa em Brasília. A nova edição, marcada para os dias 22 e 23 de maio, na Arena BRB, aposta em uma mistura de estilos que vai do hardcore melódico ao rap e à música alternativa latino-americana. A proposta da organização é reforçar o papel do festival como ponto de encontro entre diferentes cenas e gerações, sem se limitar a um único nicho de público.

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Já na divulgação inicial, o festival demonstra foco em estrutura e alcance nacional. Além do lineup anunciado, estão previstas seletivas para bandas em diversos estados do país, oferecendo a grupos independentes a chance de dividir espaço com artistas consagrados. Ademais, a edição de 2026 também contará com três palcos, área ampla para o público, praça de alimentação e espaços voltados para marcas e ativações culturais. Portanto, trata-se de um desenho que busca atender tanto quem vai pelos shows quanto quem enxerga o evento como uma experiência completa.

o primeiro dia traz um recorte mais voltado ao rock pesado e ao punk, com destaque para a banda norte-americana Pennywise como atração principal – Darren_k/Wikimedia Commons

Porão do Rock 2026: o que torna o festival diferente?

A palavra-chave central, Porão do Rock 2026, ajuda a explicar a identidade do evento. Afinal, trata-se de um festival que mantém o foco no rock e na música independente, mas sem fechar as portas para outras vertentes sonoras. Assim, o primeiro dia traz um recorte mais voltado ao rock pesado e ao punk, com destaque para a banda norte-americana Pennywise como atração principal. Na mesma data, o Angra prepara um show especial com Kiko Loureiro, guitarrista que não integra a formação oficial do grupo desde 2015. Isso desperta atenção de fãs de power metal e de música pesada em geral.

No mesmo 22 de maio, nomes como Dead Fish, Rodox e Rancore reforçam a presença do hardcore e do rock nacional no Porão do Rock 2026. Ademais, a escalação ainda abre espaço para atrações internacionais de nichos específicos. Entre eles, os japoneses do Deviloof e os canadenses do Avalon Stone, além de grupos brasileiros de diferentes regiões. Por isso, essa combinação mostra uma curadoria que se volta tanto à tradição do festival quanto à busca por novidades dentro do universo pesado e alternativo.

Como será a mistura de estilos no Porão do Rock 2026?

Se o primeiro dia é mais ligado ao rock e suas vertentes, o segundo dia do Porão do Rock 2026 assume um perfil mais diverso. Tribo da Periferia aparece como um dos principais destaques, trazendo o rap para o centro da programação. Ao lado do grupo, Marcelo Falcão e Nação Zumbi reforçam o elo com a música brasileira que dialoga com o rock, o reggae, o manguebeat e outras influências urbanas. Assim, o festival se posiciona como um espaço em que guitarras, beats e sonoridades regionais convivem sem hierarquia.

Outros nomes, como Scalene e Autoramas, mantêm o rock em evidência no segundo dia, enquanto a presença de bandas estrangeiras, como Eruca Sativa (Argentina) e Double Experience (Canadá), reforça a dimensão internacional do evento. Entre as atrações nacionais de peso e médio porte, aparecem grupos como Papangu, Devotos, Hurricanes e Zander, além de projetos emergentes que compõem o recorte voltado à música independente. Após os shows, o DJ Maraskin assume o after do festival, encerrando as noites com um set voltado à pista.

Quais bandas tocam em cada dia do Porão do Rock 2026?

Para quem busca se organizar com antecedência, o festival divulgou uma divisão clara de atrações por dia. Na sexta-feira, 22 de maio, o foco do Porão do Rock está nos nomes mais pesados e nas bandas de rock e hardcore:

  • Pennywise (EUA)
  • Angra feat. Kiko Loureiro
  • Dead Fish
  • Rodox
  • Rancore
  • Galinha Preta
  • Deviloof (Japão)
  • Bayside Kings
  • Avalon Stone (Canadá)
  • Zander
  • Eskröta
  • Cool Sorcery
  • MC Taya

Já no sábado, 23 de maio, o Porão do Rock 2026 se abre ainda mais para cruzamentos de estilos, com destaque para o rap, o rock alternativo e a música brasileira contemporânea:

  • Tribo da Periferia
  • Marcelo Falcão
  • Nação Zumbi
  • Scalene
  • Autoramas
  • Eruca Sativa (Argentina)
  • Double Experience (Canadá)
  • Lupa
  • Papangu
  • Devotos
  • Hurricanes
  • Caos Lúdico
  • Shark
Na sexta-feira, 22 de maio, o foco do Porão do Rock está nos nomes mais pesados e nas bandas de rock e hardcore – Divulgação

Ingressos, estrutura e seletivas do Porão do Rock 2026

No que diz respeito ao acesso, a organização optou por um modelo de venda com pré-venda e abertura posterior ao público geral. Os ingressos do Porão do Rock 2026 são comercializados pela Ticketmaster, com duas modalidades principais: passaporte, que garante entrada para os dois dias, e bilhetes avulsos para quem prefere escolher apenas uma das datas. A pré-venda foi direcionada a clientes de uma empresa parceira, enquanto a partir de 27 de fevereiro a compra passou a ser liberada para qualquer interessado.

A Arena BRB, em Brasília, será dividida em três palcos, com planejamento que busca evitar sobreposições excessivas e facilitar o deslocamento entre as apresentações. A área do público contará com setores amplos, praça de alimentação variada, espaços de convivência e um backstage exclusivo para artistas e equipes técnicas. Além disso, o festival prevê áreas reservadas para operações de som, luz e vídeo, bem como pontos destinados a ativações de marcas e projetos culturais parceiros.

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Um dos diferenciais do Porão do Rock em 2026 é a retomada das seletivas nacionais, que terão datas e estados-sede anunciados pela produção. A ideia é selecionar 12 bandas por meio dessas etapas regionais, integrando-as oficialmente ao lineup final. Dessa forma, o festival reforça seu histórico de apoio à música independente, oferecendo a grupos em ascensão a oportunidade de dividir o mesmo espaço físico e simbólico com nomes de alcance internacional. Para quem acompanha a cena, o evento se posiciona como vitrine e ponto de encontro, refletindo a diversidade da produção musical atual no Brasil.

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