Viviane, Virginia, Juliana Paes, Iza… Veja as rainhas de bateria das escolas de samba do Rio
O posto de rainha de bateria segue como uma das funções mais observadas pelo público e pela imprensa. Veja quem são elas no Carnaval de 2026 do Rio de Janeiro.
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Ao longo de três noites, o Carnaval do Rio de Janeiro promete concentrar atenções na Marquês de Sapucaí com os desfiles do Grupo Especial em 2026. Entre os dias 15 e 17 de fevereiro, doze escolas de samba atravessarão a passarela na disputa pelo título mais cobiçado do samba carioca. Assim, em cada apresentação, entram em cena não apenas enredos elaborados, mas também um elenco de destaques e rainhas de bateria. Elas simbolizam o prestígio e a visibilidade do espetáculo.
Nesse cenário, o posto de rainha de bateria segue como uma das funções mais observadas pelo público e pela imprensa. Afinal, celebridades conhecidas da televisão e da internet dividem espaço com mulheres que nasceram e cresceram dentro das comunidades ligadas às escolas. Em comum, todas compartilham uma rotina intensa de preparação física, estudo do samba-enredo e compromisso com a imagem da agremiação ao longo de todo o ano.
Rainhas de bateria no Carnaval 2026: quem são os destaques?
No Carnaval 2026, o Grupo Especial do Rio reúne um mosaico de perfis à frente das baterias. Figuras já acostumadas aos holofotes, como Sabrina Sato na Unidos de Vila Isabel e Viviane Araújo no Salgueiro, seguem como referências na avenida. Assim, mantêm uma relação duradoura com suas escolas. Ao lado delas, surgem estreias de grande repercussão, como a influenciadora Virginia Fonseca na Acadêmicos do Grande Rio, e a participação de Mileide Mihaile na Unidos da Tijuca, reforçando a ligação entre o mundo digital e o universo do samba.
Também chamam atenção os retornos de artistas que já têm história na Sapucaí. Por exemplo, Juliana Paes volta a desfilar como destaque de peso na Unidos do Viradouro, enquanto IZA retoma seu posto na Imperatriz Leopoldinense, associando sua trajetória na música à tradição carnavalesca. Portanto, esses nomes ajudam a projetar ainda mais a imagem das agremiações. Afinal, ampliam o alcance dos enredos para além da avenida e alcançando novas audiências nas redes sociais e na mídia tradicional.
Qual é o papel das rainhas de bateria no desfile?
Embora o brilho dos figurinos e a presença de celebridades chamem atenção, o papel da rainha de bateria vai além da estética. Na prática, ela funciona como um elo entre a bateria e o restante do desfile, sinalizando entradas, paradas e mudanças de ritmo. Além disso, representam a identidade visual da escola naquele ano. Por isso, muitos diretores de carnaval destacam que a rainha precisa conhecer bem o samba, ter entrosamento com os ritmistas e compreender o enredo para transmitir a mensagem proposta.
Em paralelo às personalidades conhecidas, há rainhas que construíram a carreira a partir das próprias comunidades. Nomes como Evelyn Bastos, da Mangueira, Bianca Monteiro, da Portela, e Mayara Lima, do Paraíso do Tuiuti, exemplificam trajetórias que começam em alas de base e projetos sociais, até alcançar a dianteira da bateria. Ademais, há Fabíola de Andrade (Mocidade Independente de Padre Miguel), Lorena Raissa (Beija-Flor de Nilópolis) e Vanessa Rangeli (Acadêmicos de Niterói). Elas também representam essa vertente comunitária, em que o reconhecimento vem do trabalho contínuo junto à escola.
- Responsabilidade simbólica: representar a escola diante das câmeras e do público.
- Interação com a bateria: acompanhar a cadência dos ritmistas e manter sintonia com o mestre de bateria.
- Compromisso ao longo do ano: presença em ensaios técnicos, eventos beneficentes e ações promocionais.
Como será a ordem dos desfiles do Grupo Especial em 2026?
A organização dos desfiles do Grupo Especial no Carnaval 2026 segue distribuída em três noites na Sapucaí, com quatro escolas por dia. Portanto, essa ordem influencia estratégias de cada agremiação, como horário de concentração, planejamento de alegorias e gestão de público nas arquibancadas. A seguir, está a sequência prevista para cada dia de apresentação.
Domingo, 15 de fevereiro: quais escolas abrem o Carnaval 2026?
No domingo, o pontapé inicial fica por conta de escolas que vêm em crescimento no cenário recente. A noite começa com o Acadêmicos de Niterói, seguido pela Imperatriz Leopoldinense, Portela e Estação Primeira de Mangueira. Assim, cada uma leva para a avenida um enredo próprio, apoiado por suas respectivas baterias e rainhas, que ajudam a conduzir o ritmo da estreia do Carnaval carioca.
- Acadêmicos de Niterói
- Imperatriz Leopoldinense
- Portela
- Estação Primeira de Mangueira
Segunda e terça-feira: quem fecha a maratona de desfiles?
Na segunda-feira, entram em cena Mocidade Independente de Padre Miguel, Beija-Flor de Nilópolis, Unidos do Viradouro e Unidos da Tijuca. É uma noite marcada por escolas com forte tradição competitiva e históricos de títulos recentes. Já na terça-feira, o encerramento da série de desfiles do Grupo Especial fica sob responsabilidade de Paraíso do Tuiuti, Unidos de Vila Isabel, Acadêmicos do Grande Rio e Acadêmicos do Salgueiro, completando o quadro das doze agremiações em busca do título do Carnaval 2026.
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- Segunda-feira, 16 de fevereiro
- Mocidade Independente de Padre Miguel
- Beija-Flor de Nilópolis
- Unidos do Viradouro
- Unidos da Tijuca
- Terça-feira, 17 de fevereiro
- Paraíso do Tuiuti
- Unidos de Vila Isabel
- Acadêmicos do Grande Rio
- Acadêmicos do Salgueiro
Com essa combinação de escolas, celebridades e rainhas de bateria ligadas tanto às comunidades quanto ao universo midiático, o Carnaval do Rio em 2026 se apresenta como um painel amplo da cultura do samba. A disputa pelo título passa pela harmonia da bateria, pela força dos enredos e também pela forma como cada agremiação utiliza suas figuras de destaque para sintetizar, em poucos minutos de desfile, o trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano.