Finanças

Bitcoin cai mais 40% desde o pico de 2025: entenda as causas da queda

Queda do Bitcoin: entenda por que a moeda despencou, do pico histórico ao valor atual, segundo análises da CNN, Globo e outros órgãos

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O comportamento recente do Bitcoin tem chamado atenção por conta das variações bruscas de preço. Depois de um período de forte valorização, a criptomoeda registrou uma queda significativa em 2025, levantando dúvidas sobre o que sustenta esse movimento. A oscilação envolve fatores econômicos globais, decisões regulatórias e mudanças de apetite de risco dos investidores, segundo matérias de veículos como CNN, Globo e outros portais especializados.

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Ao longo dos últimos anos, o Bitcoin passou por ciclos de alta e baixa muito marcados. Em momentos de maior liquidez internacional e juros mais baixos, a moeda digital ganhou espaço como ativo especulativo e, para alguns, como reserva alternativa de valor. Em fases de aperto monetário, maior fiscalização de órgãos reguladores e correção de expectativas, a pressão vendedora aumentou e o preço acabou recuando.

Pico histórico do Bitcoin e fase de forte alta

De acordo com reportagens da CNN internacional e de portais de economia ligados ao grupo Globo, o maior pico histórico do Bitcoin ocorreu em novembro de 2021, quando a criptomoeda superou a marca de US$ 68 mil por unidade em algumas corretoras globais. Esse patamar foi impulsionado por um cenário de juros ainda baixos nas principais economias, grande entrada de capital em ativos de risco e expectativas otimistas sobre a adoção institucional das criptomoedas.

A cobertura desses veículos destacou que, naquele período, grandes fundos, empresas listadas em bolsa e até companhias de tecnologia começaram a incluir Bitcoin em estratégias de diversificação. Ao mesmo tempo, houve forte presença de investidores de varejo, estimulados por redes sociais, influenciadores e promessas de ganhos rápidos. Esse ambiente favoreceu uma espécie de corrida especulativa, em que a demanda cresceu mais rápido do que a percepção de risco.

Outro ponto ressaltado por análises de mercado reproduzidas por CNN e Globo foi o papel dos derivativos. O aumento de negociações em contratos futuros, opções e produtos estruturados ligados ao Bitcoin amplificou os movimentos de alta, mas também deixou o mercado mais sensível a mudanças de humor. Assim, quando começaram a surgir sinais de desaceleração global e de aperto monetário, o cenário se inverteu.

A volatilidade segue como marca do Bitcoin, influenciada por juros, decisões regulatórias e oscilações no humor dos investidores – depositphotos.com / VitalikRadko

Bitcoin hoje: quanto vale e qual é o cenário atual?

Em 2025, o valor do Bitcoin está significativamente abaixo do pico registrado em 2021. Com base em cotações mais recentes divulgadas em matérias de economia e em painéis de mercado frequentemente citados por CNN e Globo, o preço gira em torno de US$ 40 mil a US$ 45 mil por unidade, com variações diárias relevantes. O número exato muda ao longo do dia, mas permanece bem distante da máxima histórica acima de US$ 68 mil.

Essa diferença em relação ao topo anterior evidencia uma correção de mercado. Especialistas ouvidos por esses veículos apontam que o Bitcoin ainda é considerado um ativo de alto risco, sujeito a volatilidade acentuada. Mesmo assim, a moeda digital continua com capitalização de mercado elevada e presença em grandes corretoras globais, o que demonstra que não saiu do radar de investidores institucionais e individuais.

Para entender o momento atual, muitos analistas observam:

  • Taxa de juros nas principais economias, que influencia a atratividade de ativos de risco.
  • Movimentos regulatórios, como novas regras para exchanges e stablecoins.
  • Liquidez global, afetada por decisões de bancos centrais e fluxo internacional de capitais.
  • Notícias de segurança, incluindo ataques a plataformas ou casos de fraude no setor.

Por que o Bitcoin caiu tanto desde o pico?

Os motivos para a queda do Bitcoin desde o auge são múltiplos e interligados. Reportagens da CNN e da Globo destacam como fatores principais o aumento dos juros em países desenvolvidos, a maior fiscalização regulatória sobre o mercado cripto e a redução do apetite por risco em meio a incertezas econômicas.

Quando bancos centrais, como o Federal Reserve dos Estados Unidos, elevaram as taxas de juros para conter a inflação, ativos considerados mais seguros passaram a oferecer retornos melhores. Nesse ambiente, parte dos investidores migrou de criptomoedas para títulos de renda fixa e outros instrumentos tradicionais. Com menos demanda especulativa, o preço do Bitcoin perdeu força.

Ao mesmo tempo, episódios de colapso de grandes plataformas e projetos de criptomoedas, amplamente noticiados por canais internacionais e pela imprensa brasileira, afetaram a confiança do mercado. Cada nova crise no setor pressionou o valor do Bitcoin e de outros criptoativos, pois levantou dúvidas sobre governança, transparência e riscos tecnológicos.

Mesmo abaixo da máxima histórica, o Bitcoin mantém relevância no mercado financeiro e continua no centro do debate sobre ativos digitais – depositphotos.com / BiancoBlue

Quais fatores seguem influenciando o valor do Bitcoin?

Além dos pontos já citados, o comportamento do Bitcoin continua ligado a uma combinação de elementos econômicos, tecnológicos e regulatórios. Entre os aspectos mais mencionados em análises de veículos como CNN e Globo, destacam-se:

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  1. Política monetária global: ciclos de alta ou baixa de juros tendem a redefinir o espaço para ativos digitais.
  2. Regulação de criptomoedas: leis mais claras podem trazer segurança jurídica, mas também limitar determinados modelos de negócio.
  3. Adoção institucional: entrada ou saída de grandes fundos, empresas e bancos influencia a percepção de legitimidade do Bitcoin.
  4. Tecnologia e segurança: atualizações da rede, escalabilidade e proteção contra ataques são pontos observados de perto.
  5. Sentimento de mercado: notícias, redes sociais e eventos macroeconômicos podem acelerar movimentos de compra ou venda.

O Bitcoin, portanto, permanece em um cenário de constante avaliação. A moeda digital já apresentou máximas históricas expressivas, acompanhadas de correções igualmente intensas, e segue sensível às condições financeiras globais e a mudanças regulatórias. A leitura conjunta de dados de mercado e de reportagens de órgãos como CNN e Globo ajuda a entender por que a criptomoeda perdeu parte de seu valor em relação ao pico, mas continua em destaque no debate sobre o futuro dos ativos financeiros digitais.

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