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Bring Me The Horizon está confirmado no Rock in Rio 2026

O anúncio do Bring Me The Horizon no Rock in Rio 2026 reforça a presença do metal moderno em um dos maiores festivais de música do mundo.

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O anúncio do Bring Me The Horizon no Rock in Rio 2026 reforça a presença do metal moderno em um dos maiores festivais de música do mundo. A banda britânica, formada em Sheffield, Inglaterra, reúne quase duas décadas de carreira marcadas por mudanças sonoras, shows intensos e forte presença digital. Além disso, a confirmação no line-up brasileiro coloca o grupo em destaque para um público que acompanha de perto a evolução do rock e do metal no século XXI.

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Desde os primeiros lançamentos, o Bring Me The Horizon se consolidou como um dos nomes mais comentados do cenário pesado internacional. Ao longo dos anos, o grupo deixou de ser apenas uma banda de deathcore e se transformou em um projeto mais amplo. Embora, dessa forma, misturou rock pesado, eletrônica, pop e influências de música alternativa. Essa trajetória ajuda a explicar por que a banda chega ao Rock in Rio 2026 com status de atração principal para fãs de som mais pesado.

rock – depositphotos.com / TarasMalyarevich

Como surgiu o Bring Me The Horizon e qual a origem do nome?

O Bring Me The Horizon surgiu em 2004, em Sheffield, quando um grupo de adolescentes se uniu em torno da música extrema. A formação inicial tinha como base o vocalista Oliver Sykes, que rapidamente se tornou o rosto da banda, ao lado de outros integrantes da cena local. Segundo os músicos, o nome “Bring Me The Horizon” nasceu de uma fala do personagem Jack Sparrow, da franquia “Piratas do Caribe”. Essa referência dialogava com a cultura pop que o grupo consumia na época.

No começo da carreira, o som focava no deathcore, com vocais guturais, guitarras muito distorcidas e baterias aceleradas. O álbum de estreia, “Count Your Blessings” (2006), consolidou essa fase mais extrema e garantiu espaço em festivais alternativos e na mídia especializada em metal. Embora, com isso, a banda começou a construir uma base de fãs leal por meio de turnês constantes, divulgação em redes sociais e videoclipes que circulavam bastante na internet da época.

Com o passar dos anos, o Bring Me The Horizon passou por mudanças importantes na sonoridade. Lançamentos como “Suicide Season” (2008) e “There Is a Hell Believe Me I’ve Seen It. There Is a Heaven Let’s Keep It a Secret.” (2010) já mostravam uma transição para um metalcore mais melódico. Ao mesmo tempo, esses discos incorporaram elementos eletrônicos e atmosferas diferentes. A chegada do tecladista Jordan Fish, em 2012, ampliou ainda mais esse leque e aproximou o grupo de uma proposta mais experimental e acessível ao grande público. Além disso, a banda começou a explorar colaborações com artistas de outros gêneros, o que abriu novas portas.

Bring Me The Horizon no Rock in Rio 2026: o que esperar do show?

A participação do Bring Me The Horizon no Rock in Rio 2026 tende a destacar justamente essa versatilidade. Em grandes festivais, a banda costuma montar setlists que misturam as fases mais pesadas com os sucessos recentes, criando um panorama geral da carreira. Embora para um evento de grande porte no Brasil, a expectativa aponta para um repertório que inclua tanto os clássicos mais agressivos quanto as músicas que alcançaram as paradas internacionais.

Entre esses destaques, dois dos maiores sucessos do Bring Me The Horizon aparecem em praticamente todas as apresentações: “Can You Feel My Heart” e “Throne”. “Can You Feel My Heart”, lançada em 2013, representa um divisor de águas na carreira da banda. A faixa combina peso com forte presença de sintetizadores, refrão marcante e produção mais polida, o que ajudou a ampliar o público fora do nicho do metal extremo.

Já “Throne”, presente no álbum “That’s the Spirit” (2015), consolidou o grupo no cenário do rock moderno. A música apresenta uma estrutura mais próxima do rock de arena, com batidas eletrônicas, riffs pesados e um refrão pensado para grandes plateias. Tanto “Can You Feel My Heart” quanto “Throne” acumulam centenas de milhões de streams nas plataformas digitais e costumam marcar momentos centrais nos shows, algo que tende a se repetir no Rock in Rio 2026. Além disso, faixas como “Drown” e “Mantra” também costumam embalar o público em festivais, o que aumenta a expectativa dos fãs brasileiros.

Quais fases da banda podem aparecer no repertório do festival?

Ao longo da discografia, o Bring Me The Horizon passou por etapas bem definidas, o que permite imaginar diferentes blocos dentro do show no Rock in Rio. Embora, de forma geral, as músicas se agrupam em três grandes momentos da trajetória do grupo:

  • Fase deathcore inicial: marcada por vocais extremos e instrumentais pesados.
  • Fase metalcore e experimental: com mistura de peso, melodia e elementos eletrônicos.
  • Fase mais acessível e híbrida: próxima do rock alternativo, pop industrial e eletrônica.

Dentro dessa linha do tempo, a banda costuma selecionar algumas faixas mais antigas para agradar o público que acompanha desde o começo. No entanto, o grupo prioriza canções que funcionam bem em grandes palcos. Em festivais, o Bring Me The Horizon geralmente aposta em um show visualmente carregado, com uso de telões, efeitos de luz e interações com as projeções, o que cria uma atmosfera alinhada ao clima de megafestival do Rock in Rio. Além disso, a banda costuma incentivar rodas de mosh, sing-alongs e momentos de participação direta da plateia.

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Para quem acompanha a cena do metal moderno, a confirmação do Bring Me The Horizon em 2026 reforça a presença de sonoridades híbridas no festival. Embora a banda chega ao Brasil em um momento de alta exposição mundial, acumulando colaborações com artistas de diferentes estilos e mantendo presença constante em playlists de rock e metal nas plataformas de streaming. Dessa forma, o show no Rock in Rio tende a funcionar tanto como um retrato da história do grupo quanto como um resumo do caminho que o metal contemporâneo percorreu até 2025. Além disso, o espetáculo promete apresentar ao público brasileiro a fase mais recente da banda, marcada por experimentações ainda mais ousadas com eletrônica e pop alternativo.

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