Cultura

Michelangelo, mestre do renascimento, é tema de exposição imersiva no Rio de Janeiro

A mostra “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” no Centro Cultural Correios, é atualmente uma das atrações no Rio de Janeiro do circuito de grandes exposições imersivas dedicadas ao Renascimento. Saiba detalhes!

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A mostra “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” no Centro Cultural Correios, é atualmente uma das atrações no Rio de Janeiro do circuito de grandes exposições imersivas dedicadas ao Renascimento. A proposta é oferecer ao público uma aproximação direta com a obra de Michelangelo Buonarroti, por meio de tecnologia, recursos audiovisuais e réplicas em escala real. Assim, a experiência é uma oportunidade de conhecer, em um único percurso, episódios centrais da trajetória do artista italiano.

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A exposição foi aberta em 28 de novembro de 2025, ocupando uma área superior a mil metros quadrados. O espaço é dividido em múltiplas salas, cada uma dedicada a um aspecto específico da produção de Michelangelo, como escultura, pintura, manuscritos e estudos preparatórios. Assim, a visita conduz o público por diferentes fases da vida do artista, sem exigir conhecimento prévio sobre arte renascentista.

Entre os ambientes principais está a sala sobre a Pietà, com imagens em alta definição, projeções em grande escala e trilha sonora para destacar detalhes da escultura – Divulgação

Exposição Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina no Rio de Janeiro

A palavra-chave central deste tema é exposição Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina, nome oficial da mostra que integra o calendário cultural carioca. A proposta é apresentar uma visão ampla da obra do mestre renascentista. Assim, combina informação histórica com recursos interativos. As 15 salas da exposição reúnem réplicas de esculturas, desenhos, esboços e documentos que ajudam a entender o contexto em que surgiram trabalhos como “Pietà”, “David” e os afrescos da Capela Sistina.

Um dos focos da mostra é a dimensão educativa. Afinal, textos de parede, projeções comentadas e conteúdos audiovisuais explicam conceitos como afresco, perspectiva e iconografia religiosa de forma acessível. Assim, a exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” funciona tanto como um passeio cultural quanto como uma espécie de aula aberta sobre o Renascimento italiano. Além disso, suas tensões políticas e a relação entre arte, poder e religião no período.

Como é a experiência imersiva da exposição Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina?

Entre os ambientes principais está a sala sobre a Pietà, com imagens em alta definição, projeções em grande escala e trilha sonora para destacar detalhes da escultura. Dessa forma, a ideia é permitir que o público observe com calma expressões, dobras de tecido e marcas do mármore. É algo que em uma visita rápida a um museu tradicional, costuma passar despercebido. Portanto, essa abordagem ajuda a evidenciar o domínio técnico de Michelangelo na representação do corpo humano.

Outra atração central da exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” é o espaço inteiramente voltado aos afrescos da Capela Sistina. Por meio de projeções que ocupam teto e paredes, o visitante encontra cenas como “A Criação de Adão” e episódios do Gênesis. Assim, a intenção é criar uma sensação de proximidade com o que, no Vaticano, é visto a muitos metros de distância. Ademais, recursos de narração e legendas explicam as histórias representadas e destacam escolhas de composição feitas pelo artista.

  • Sala da Pietà: projeções imersivas, detalhamento visual e contextualização histórica.
  • Ambiente Capela Sistina: afrescos em escala aumentada, com foco em “A Criação de Adão” e “Juízo Final”.
  • Salas de processos criativos: desenhos, estudos anatômicos e manuscritos.
  • Conteúdos educativos: vídeos, textos explicativos e recursos interativos.

Quem foi Michelangelo e por que a Capela Sistina é tão estudada?

Michelangelo Buonarroti, nascido em 1475 na Toscana, destacou-se como escultor, pintor, arquiteto e poeta durante o Renascimento italiano. Assim, a exposição no Rio de Janeiro utiliza parte de sua biografia para contextualizar obras como “David”, “Moisés” e diferentes versões de “Pietà”. Também há aspectos menos conhecidos, como o hábito de estudar anatomia humana por meio de dissecações, prática que influenciou diretamente a precisão de músculos, ossos e expressões em suas figuras.

No caso da Capela Sistina, a mostra explica como se deu o trabalho entre 1508 e 1512, quando o papa Júlio II contratou Michelangelo para pintar o teto do espaço no Vaticano. Assim, a narrativa destaca o longo período de preparação, com inúmeros desenhos e estudos de composição, e a escolha de nove cenas principais do livro do Gênesis, que tratam da criação do mundo e do ser humano. A exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” apresenta esse ciclo de afrescos como um ponto de encontro entre religião, política e arte, evidenciando as camadas de significado presentes em cada painel.

  1. Introdução ao contexto histórico do Renascimento italiano.
  2. Apresentação da trajetória de Michelangelo em escultura, pintura e arquitetura.
  3. Exploração detalhada da Capela Sistina e de suas principais cenas bíblicas.
  4. Relação entre técnica artística, encomendas papais e debates de sua época.
As 15 salas da exposição reúnem réplicas de esculturas, desenhos, esboços e documentos que ajudam a entender o contexto em que surgiram trabalhos como “Pietà”, “David” e os afrescos da Capela Sistina – Divulgação

Serviço: como visitar a exposição Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina

A mostra ocorre no Centro Cultural Correios, na Rua Visconde de Itaboraí, 20, no Centro do Rio de Janeiro, de terça-feira a sábado, das 12h às 19h, com última entrada às 18h. Os ingressos possuem preço anunciado de R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia-entrada), com venda on-line pelo site oficial da exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina”. Ademais, o espaço informa contar com recursos de acessibilidade, ampliando o alcance da programação.

O acesso ao local ocorre por diferentes modais: metrô, descendo na estação Uruguaiana; VLT, com desembarque na Avenida Rio Branco/Uruguaiana ou Praça XV; ônibus para pontos próximos à Rua Primeiro de Março, Praça XV ou Candelária. Além disso, há as barcas que chegam ao Terminal da Praça XV e integração com trem pela estação Central. Dessa forma, a exposição se insere na malha de transporte da região central, facilitando a chegada de público de diferentes bairros.

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Com a combinação de réplicas em tamanho real, ambientes imersivos e material educativo, a exposição “Michelangelo: O Mestre da Capela Sistina” ocupa um lugar de destaque na agenda cultural. Portanto, a iniciativa reforça o interesse permanente pelas obras do artista renascentista e oferece ao público brasileiro uma oportunidade de contato maior com um dos conjuntos mais estudados da história da arte mundial.

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