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Cardiologista recomenda essas 3 plantas para proteger seu coração e se manter saudável

Ingrid Diniz Por Ingrid Diniz
20/01/2026
Em Curiosidades, Notícias
Cardiologista recomenda essas 3 plantas para proteger seu coração e se manter saudável

Plantas japonesas e proteção do coração após os 60

Entre os brasileiros com mais de 60 anos, a saúde do coração tornou-se um ponto central de atenção, especialmente porque muitas alterações nas artérias avançam de maneira silenciosa e, em diversos casos, o primeiro sinal de alerta aparece apenas quando ocorre um infarto ou um acidente vascular cerebral.

Como a medicina japonesa pode contribuir para a saúde cardiovascular em idosos

A combinação entre medicamentos prescritos, mudanças de estilo de vida e uso responsável de plantas estudadas pela ciência vem ganhando espaço em consultórios voltados para a saúde do idoso. Ao integrar recursos naturais com respaldo em pesquisas, é possível ampliar o cuidado, sem substituir terapias já consagradas, algo observado em regiões de alta longevidade no Japão.

Nesses locais, como Okinawa, hábitos alimentares frugais, chás e ervas fazem parte da rotina diária de prevenção cardiovascular. Pesquisadores investigam como esses elementos podem auxiliar na redução de inflamação, melhora da circulação e proteção das artérias em idosos de diferentes culturas, inclusive no Brasil. No vídeo do @Como Viver Bem Após os 60, você entende como práticas da medicina japonesa podem atuar como apoio na saúde do coração após os 60 anos e quais cuidados são indispensáveis antes de usar plantas com esse objetivo.

Quais são as principais preocupações cardiovasculares no envelhecimento

Na prática clínica com pessoas acima de 60 anos, a principal preocupação costuma ser a doença cardiovascular, especialmente a aterosclerose, o acúmulo de gordura e inflamação nas paredes das artérias. A progressão desse processo está associada ao envelhecimento, ao colesterol elevado, ao tabagismo, ao sedentarismo e a dietas ricas em gorduras saturadas e ultraprocessados.

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Estudos apontam que regiões japonesas com alta concentração de idosos apresentam taxas menores de complicações cardíacas graves. Entre os fatores associados estão o consumo de chás, o uso de plantas medicinais tradicionais e uma rotina ativa, o que motiva pesquisas sobre formas seguras de adaptar esses hábitos à realidade de idosos brasileiros.

Quais são as principais doenças cardiovasculares no envelhecimento

Ao falar em doenças cardiovasculares no envelhecimento, o foco normalmente recai sobre quatro quadros principais: infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral (AVC), insuficiência cardíaca e doença arterial periférica. Em boa parte das situações, o ponto de partida é a aterosclerose, que compromete artérias do coração, do cérebro e dos membros inferiores.

Em idosos, esse processo costuma estar em andamento há décadas, frequentemente sem sintomas evidentes, o que reforça a importância do rastreio precoce e do controle de fatores de risco. A seguir estão os quadros mais comuns relacionados a esse cenário:

  • Infarto: ocorre quando uma artéria coronária é bloqueada, interrompendo o fluxo de sangue para parte do músculo cardíaco.
  • AVC isquêmico: decorre da obstrução de vasos que irrigam o cérebro.
  • Insuficiência cardíaca: caracteriza-se pela dificuldade do coração em bombear sangue de forma eficiente.
  • Doença arterial periférica: atinge principalmente artérias das pernas, gerando dor ao caminhar e risco de complicações.

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Como as plantas da medicina japonesa podem proteger o coração

A prevenção dessas doenças envolve controle rigoroso de pressão arterial, colesterol, glicemia e peso corporal, além de combate ao tabagismo e estímulo à atividade física. Nessa etapa, alguns recursos da medicina japonesa, como o uso de Ginkgo biloba, Gynostemma pentaphyllum (Jiaogulan) e matcha, vêm sendo estudados como suporte complementar.

Essas plantas são avaliadas quanto ao impacto na circulação, na inflamação e no perfil lipídico, sempre em associação ao tratamento convencional. O objetivo é reduzir o risco cardiovascular sem substituir medicamentos essenciais, sobretudo em idosos com múltiplos fatores de risco.

Quais plantas da medicina japonesa têm potencial cardioprotetor

Plantas japonesas e proteção do coração após os 60 – Créditos: depositphotos.com / Sapientisat

Entre as plantas mais pesquisadas no contexto de proteção cardiovascular em idosos, três se destacam pela frequência de uso e pelo interesse científico recente. A primeira é o Ginkgo biloba, árvore milenar cujas folhas concentram flavonoides e terpenoides, com efeito, antioxidante e vasodilatador leve.

A segunda é a Gynostemma pentaphyllum, conhecida como Jiaogulan, tradicionalmente consumida em forma de chá em algumas regiões da Ásia. O terceiro elemento é o matcha, uma versão concentrada do chá-verde rica em catequinas como a EGCG, associadas à menor oxidação do LDL e possível melhora da elasticidade dos vasos.

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Como integrar plantas japonesas ao cuidado com o coração

Na rotina de um idoso com risco cardiovascular, a introdução de plantas inspiradas na medicina japonesa precisa ser planejada e monitorada. Profissionais de saúde costumam seguir alguns passos básicos antes de indicar qualquer recurso complementar, com foco em segurança e eficácia.

  1. Avaliação completa do histórico clínico, exames recentes e medicamentos em uso.
  2. Análise de possíveis interações medicamentosas, especialmente em indivíduos que usam anticoagulantes, anti-hipertensivos ou estatinas.
  3. Definição de doses, forma de uso (chá, cápsula, extrato) e tempo de acompanhamento.
  4. Solicitação de exames periódicos para acompanhar colesterol, triglicerídeos, função hepática, pressão arterial e, quando necessário, função renal.
  5. Reforço de orientações sobre alimentação, atividade física, sono e controle de estresse, sem substituir o tratamento convencional.
Tags: coraçãoidosossaúde

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