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Trabalhador não precisa mais receber auxílio-doença para ter estabilidade: nova regra do TST pode mudar milhares de processos no Brasil

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
02/01/2026
Em Economia
Trabalhador não precisa mais receber auxílio-doença para ter estabilidade: nova regra do TST pode mudar milhares de processos no Brasil

Nova decisão do TST redefine critérios da estabilidade por doença ocupacional

Decisão do TST no Tema 125 mudou a estabilidade por doença ocupacional: não exige mais afastamento superior a 15 dias nem auxílio B91. Agora, o ponto central é provar o nexo entre trabalho e adoecimento, mesmo após demissão.

Uma decisão recente do TST sobre estabilidade por doença ocupacional mudou critérios históricos e pode alterar milhares de ações trabalhistas. Agora, o foco deixa de ser o afastamento previdenciário e passa a ser a prova do vínculo entre trabalho e adoecimento, mesmo após demissão.

O que mudou na estabilidade por doença ocupacional?

Com a tese fixada no Tema 125 do TST, não é mais obrigatório comprovar afastamento superior a 15 dias nem a concessão do auxílio-doença acidentário, conhecido como B91. Esses requisitos deixaram de ser centrais na análise judicial.

A nova interpretação prioriza a existência de nexo causal ou concausal entre a doença e as atividades exercidas. Isso significa que a Justiça passa a examinar a relação concreta com o trabalho, e não apenas critérios administrativos ligados ao INSS.

Trabalhador não precisa mais receber auxílio-doença para ter estabilidade: nova regra do TST pode mudar milhares de processos no Brasil
Tese do Tema 125 elimina exigência de afastamento previdenciário e benefício B91

Quais situações agora permitem discutir a estabilidade?

O novo entendimento ampliou o alcance da estabilidade provisória, inclusive para casos antes barrados por formalidades. A discussão passa a ser possível em diferentes cenários, como mostram as situações a seguir.

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  • Diagnóstico posterior à demissão: quando a doença é identificada após o fim do contrato.
  • Ausência de benefício B91: mesmo sem auxílio-doença acidentário concedido.
  • Sem afastamento formal: quando não houve licença superior a 15 dias.

Leia mais: Justiça libera R$ 2,3 bilhões do INSS para beneficiários com processos finalizados: veja como consultar

Qual passa a ser o papel da perícia judicial?

A prova pericial ganha ainda mais relevância nesse novo cenário. O perito analisa histórico profissional, ambiente de trabalho, intensidade da exposição a riscos e compatibilidade entre as atividades exercidas e o quadro clínico apresentado.

Mesmo com a flexibilização dos requisitos formais, a estabilidade não é automática. Se a perícia não confirmar o vínculo técnico entre trabalho e doença, o pedido pode ser negado, especialmente em casos de enfermidades multifatoriais.

Trabalhador não precisa mais receber auxílio-doença para ter estabilidade: nova regra do TST pode mudar milhares de processos no Brasil
Perícia judicial passa a ser central na comprovação do nexo trabalho-doença

Como ficam reintegração e indenização após essa mudança?

Quando o direito à estabilidade é reconhecido, a Justiça avalia qual solução é mais adequada ao caso concreto. O resultado pode variar conforme o tempo decorrido e a viabilidade prática do retorno ao emprego, como ocorre nas hipóteses abaixo.

  • Reintegração: retorno do trabalhador ao cargo, quando ainda possível e adequado.
  • Indenização substitutiva: pagamento do período estabilitário quando o retorno é inviável.
  • Pedidos cumulativos: possibilidade de indenizações por danos, se comprovados.

Quais são os impactos práticos para empresas e trabalhadores?

Para as empresas, o novo entendimento reforça a importância de registros sólidos sobre saúde e segurança do trabalho, incluindo treinamentos, medidas preventivas e documentação ambiental, que passam a ter peso decisivo nos processos.

Para os trabalhadores, a mudança reduz a dependência de afastamentos prolongados ou enquadramento previdenciário prévio, mas mantém a exigência de prova técnica consistente, tornando o nexo entre atividade e adoecimento o elemento central das disputas.

Tags: Ações trabalhistasdoença ocupacionalTST

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