O crédito emergencial de R$ 200 milhões anunciado pelo Governo de Minas reforça o programa BDMG Solidário após as chuvas. A linha atende empresas e prefeituras em municípios com decreto de calamidade pública.
Como funciona o crédito emergencial após as chuvas?
O pacote será operacionalizado pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais e oferece financiamento subsidiado para reconstrução e capital de giro. A medida busca garantir liquidez imediata às regiões afetadas.
O objetivo central é preservar empregos, recompor estoques e acelerar a retomada econômica nos municípios atingidos. Segundo o governo, os recursos já estão disponíveis para contratação no site do banco.

Quais são as condições para micro e pequenas empresas?
Empresas de menor porte instaladas em cidades com decreto de calamidade terão acesso a condições especiais. As regras foram estruturadas para facilitar a contratação digital e ampliar o alcance do crédito.
- Taxa fixa de 0,9% ao mês, com financiamento de até 36 meses.
- Carência de seis meses para início do pagamento.
- Uso permitido como capital de giro, incluindo estoque, reforma e fluxo de caixa.
O que muda para os municípios afetados?
As prefeituras poderão contratar a linha BDMG Solidário Municípios 2026, voltada à reconstrução de infraestrutura e serviços públicos essenciais. A proposta inclui prazos mais longos e carência ampliada.
A taxa definida é de 0,28% ao mês mais a Selic, com pagamento em até 120 meses e 12 meses de carência. Até 95% do valor pode ser liberado imediatamente para início das obras.

Médias e grandes empresas também podem acessar?
Empresas médias, grandes, cooperativas e negócios do agronegócio também estão incluídos no pacote. A concessão, porém, exige que o município tenha decreto federal de calamidade reconhecido.
- Prazo de até 90 meses para pagamento do financiamento.
- Carência de até 36 meses, ampliando o fôlego financeiro.
- Aplicação em reconstrução estrutural e manutenção de empregos, fortalecendo a atividade econômica local.
Com a ampliação do BDMG Solidário, o governo aposta na recuperação econômica e na preservação das fontes de renda, consolidando o crédito emergencial como instrumento estratégico após as chuvas em Minas.

