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Após 22 anos de trabalho, operário é demitido por itens de baixo valor e Justiça manda empresa pagar 13,7 milhões

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
26/02/2026
Em Economia
Após 22 anos de trabalho, operário é demitido por itens de baixo valor e Justiça manda empresa pagar 13,7 milhões

Justiça argentina determina indenização milionária para funcionário demitido por levar esponjas

Um trabalhador foi demitido por levar trapos e esponjas do emprego na província de Buenos Aires, mas a Justiça considerou a punição desproporcional e determinou o pagamento de mais de 13 milhões de pesos em indenização após 22 anos de serviço.

O que aconteceu dentro da empresa de limpeza?

O caso ocorreu em agosto de 2024, quando o funcionário, com 22 anos de antiguidade, foi revistado na saída da fábrica onde prestava serviços. Em sua mochila, a segurança encontrou esponjas e panos pertencentes à empresa.

A direção classificou o episódio como falta grave e violação da boa-fé contratual. Sem aplicar penalidades intermediárias, enviou carta de demissão imediata, encerrando o vínculo empregatício após mais de duas décadas de trabalho.

Após 22 anos de trabalho, operário é demitido por itens de baixo valor e Justiça manda empresa pagar 13,7 milhões
Empresa de limpeza encerrou vínculo empregatício após duas décadas de serviços prestados

Por que a empresa considerou a conduta grave?

Segundo a defesa patronal, a retirada dos materiais representou quebra de confiança e justificaria a dispensa por justa causa. A empresa sustentou que houve apropriação indevida de bens internos, ainda que de baixo valor. Entre os principais argumentos apresentados estão os seguintes.

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26/02/2026
  • Suposto furto de materiais identificado durante inspeção de rotina na saída da fábrica.
  • Violação do princípio da boa-fé, considerado essencial na relação de emprego.
  • Aplicação imediata da demissão como penalidade máxima diante da ocorrência.

Por que o tribunal decidiu a favor do trabalhador?

O Tribunal Nacional de Recursos Trabalhistas avaliou que a medida foi desproporcional. Os magistrados destacaram que os objetos tinham valor econômico reduzido e que não houve comprovação de dano relevante à empresa.

Também pesou a favor do funcionário o histórico de mais de 20 anos sem sanções graves. Para o colegiado, a empresa poderia ter aplicado advertência ou suspensão antes de optar pela demissão imediata.

Após 22 anos de trabalho, operário é demitido por itens de baixo valor e Justiça manda empresa pagar 13,7 milhões
Tribunal avaliou que a medida de demissão imediata foi totalmente desproporcional

Qual foi o valor da indenização e o que a decisão sinaliza?

Com a demissão considerada injusta, a Justiça determinou o pagamento de aproximadamente 13,7 milhões de pesos em indenização. A sentença também incluiu a empresa responsável pela fábrica como corresponsável pelo desligamento.

  • Infrações de baixo valor exigem avaliação proporcional antes da punição extrema.
  • Tempo de serviço prolongado influencia diretamente na análise judicial.
  • Sanções alternativas, como advertência ou suspensão, devem ser consideradas previamente.

A decisão reforça que o princípio da proporcionalidade é central no Direito do Trabalho. Ao analisar contexto, histórico e gravidade da conduta, os tribunais buscam equilibrar disciplina empresarial e preservação do emprego.

Tags: Demissão injustaindenização

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