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Início Saúde

Com que frequência você deve trocar o colchão? Especialistas explicam os sinais que muita gente ignora

Nicolas Domingues Por Nicolas Domingues
08/02/2026
Em Saúde
Com que frequência você deve trocar o colchão? Especialistas explicam os sinais que muita gente ignora

Dormir bem começa pelo colchão certo: saiba identificar sinais de desgaste, prazos médios de uso e cuidados que mantêm o conforto por mais tempo

Trocar de colchão costuma ser uma decisão adiada, mesmo quando sinais claros indicam que o conforto já não é o mesmo. Muitas pessoas associam dores nas costas, noites mal dormidas e cansaço constante a fatores como estresse ou idade, ignorando o papel da cama. Entender de quanto em quanto tempo trocar o colchão ajuda a organizar o orçamento, preservar a saúde da coluna e melhorar a qualidade do sono sem depender apenas da data de compra.

Quando é indicado trocar o colchão

De forma geral, a orientação mais repetida é fazer uma revisão séria após cerca de sete anos de uso. Esse marco funciona como um alerta para avaliar o estado do produto e os sinais do próprio corpo, antecipando a troca quando o conforto começa a piorar.

Para a maioria dos modelos vendidos hoje, a vida útil de conforto costuma ficar entre 5 e 10 anos. Acordar mais rígido, sentir mais calor, afundar demais em certas áreas ou perceber mais esforço para levantar são indícios de perda de suporte, mesmo que o tecido pareça em bom estado.

Com que frequência você deve trocar o colchão? Especialistas explicam os sinais que muita gente ignora
Dormir bem começa pelo colchão certo: saiba identificar sinais de desgaste, prazos médios de uso e cuidados que mantêm o conforto por mais tempo – Créditos: depositphotos.com / tifonimages

Quanto tempo dura cada tipo de colchão

A durabilidade do colchão está diretamente ligada aos materiais usados na sua construção e ao peso e hábitos de quem dorme. Colchões de maior qualidade, em geral, mantêm o suporte por mais tempo, mas também precisam de manutenção adequada.

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De modo resumido, cada tipo de colchão apresenta uma faixa média de vida útil em condições normais de uso. Em pessoas com maior peso corporal ou em ambientes mais quentes e úmidos, esses prazos tendem a encurtar de forma relevante.

  • Látex: cerca de 10–15 anos
  • Molas ensacadas: aproximadamente 7–10 anos
  • Híbrido (molas + espuma): em torno de 7–9 anos
  • Espuma viscoelástica (memory foam): cerca de 6–8 anos
  • Molas Bonnell / abertas: em média 5–7 anos (linhas econômicas: 3–5 anos)
  • Espuma simples / poliéster de baixo custo: aproximadamente 3–6 anos

Quais sinais indicam que é hora de trocar o colchão

Mais importante que contar anos no calendário é observar sinais físicos no colchão e no corpo. Rigidez ao acordar, dores que melhoram ao longo da manhã e sensação de desalinhamento sugerem que a cama já não mantém o apoio adequado da coluna.

Afundamento visível a partir de cerca de 2 cm, vale no centro da cama, aumento de ruídos, cheiros estranhos ou piora de sintomas alérgicos à noite também indicam desgaste. Quando dois ou mais desses sinais aparecem com frequência, é mais seguro planejar a substituição do que insistir em reparos pontuais. Selecionamos um vídeo do canal Mulheres com mais de 2,9 milhões de inscritos, dando mais algumas dicas de como identificar o momento de trocar o colchão.

Como a garantia e a manutenção influenciam na vida útil

Muitos consumidores associam o prazo de garantia ao tempo que o colchão deve durar em conforto, mas a lógica é diferente. Garantias longas cobrem defeitos de fabricação, como molas quebradas precocemente ou afundamentos acima de um limite específico, e não o desgaste natural do uso diário.

Alguns cuidados simples ajudam a preservar o colchão dentro da faixa esperada de durabilidade. Protetor impermeável e respirável, base firme e rotação periódica, quando recomendada pelo fabricante, são ações que reduzem deformações e mantêm o suporte por mais tempo.

🛏️ Preservação do Colchão

Prolongando a vida útil e a higiene do seu descanso

🧹 Guia de Manutenção e Suporte

Base e Estrutura
Um **estrado firme** com ripas próximas (máx. 7 cm) evita deformações e garante que o colchão não “afunde” em pontos específicos.
Ventilação Vital
Deixar o colchão **respirar sem lençóis** diariamente ajuda a eliminar a umidade corporal acumulada, prevenindo mofo e ácaros.
Integridade Estrutural
**Aspirar periodicamente** remove resíduos de pele. Além disso, evitar sentar nas bordas ou saltar preserva as molas e a densidade da espuma por muito mais tempo.
Dica de Especialista: Gire o colchão (trocando a posição da cabeça pelos pés) a cada 3 meses. Isso equilibra o desgaste da espuma e mantém o suporte uniforme para a sua coluna.

Em alguns casos, um topper pode suavizar um colchão excessivamente firme, mas não corrige desníveis profundos. Por isso, encarar a troca como parte dos cuidados com a saúde e fazer um “check-up” do colchão a cada sete anos ajuda a manter o sono mais estável e restaurador.

Tags: camaColchãosaúde

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