Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Gerais Política Economia Nacional Internacional Cultura Degusta Turismo
Sem resultado
Veja todos os resultados
Assine Entrar
Estado de Minas - Em foco
Sem resultado
Veja todos os resultados
Início Bem Estar

Quebra-pedra no SUS: o que muda para pacientes e como funciona o tratamento

Guilherme Por Guilherme
03/02/2026
Em Bem Estar, Saúde
WhatsApp
Seguir no Google
EM Box IA

Ao enviar, você concorda com o tratamento dos dados. Antes de qualquer publicação, nomes, endereços e detalhes identificáveis são substituídos por fictícios.

Toque em uma pergunta para abrir o chat com a resposta.
  • Não use água quente para tirar manchas de sangue da roupa: o calor pode prender a proteína nas fibras do tecido há 4 horas
  • As pontas marrons das plantas não significam automaticamente falta de água: regar ainda mais pode piorar o problema há 10 horas
  • Não use limpa-vidros na TV: o produto pode estragar a tela há 1 dia
  • Pó branco na parede nem sempre é mofo: pode ser sinal de umidade há 1 dia
Mais sobre Bem Estar →
Resumo gerado por IA a partir dos artigos deste site.
⚡ Feito com Myth Box

Quando a dor da pedra nos rins vira rotina, qualquer novidade que amplie opções de cuidado no sistema público importa — e é isso que está em jogo com a chegada de um fitoterápico industrializado à base de quebra-pedra ao SUS. A planta Phyllanthus niruri, muito usada na medicina popular para queixas urinárias, está sendo transformada em medicamento com padrão farmacêutico, com produção em laboratório público e caminho regulatório até a Anvisa, o que pode mudar a forma como você previne recidivas e lida com episódios de litíase urinária no dia a dia (Fiocruz).

Quebra-pedra: o que é e como age

A quebra-pedra é o nome popular de uma planta tradicionalmente associada a distúrbios urinários e, no contexto de cálculos renais, o que se busca não é uma “quebra” literal de pedras grandes já formadas, e sim efeitos que atrapalhem etapas do processo de formação do cálculo. Em linguagem simples: a ideia é dificultar a cristalização e a agregação de partículas que, com o tempo, viram pedra, além de favorecer a eliminação de microcristais e fragmentos em situações específicas (Metrópoles).

Também é importante separar “chá caseiro” de medicamento: o fitoterápico industrializado é padronizado, com controle de qualidade e estabilidade, justamente para reduzir riscos como variação de dose, troca de espécie e contaminação, problemas que podem ocorrer em preparações artesanais sem rastreabilidade (Fiocruz).

Benefícios da quebra-pedra no tratamento

Para você, o principal benefício esperado é ampliar a prevenção e o manejo de recorrência, especialmente se já teve episódios repetidos. Especialistas citam que a planta pode atuar mais como aliada preventiva do que como solução para cálculos grandes, com possível apoio na eliminação de pequenos fragmentos após tratamentos como litotripsia, quando indicado pela equipe de saúde (Metrópoles).

LeiaTambém

Instalação de porcelanato de grande formato

Placas de porcelanato chegam a 90 x 180 cm e transformam paredes inteiras com menos juntas, mas exigem uma instalação bem diferente das peças pequenas

09/08/2026
A nova regra amplia o acesso do paciente às próprias informações de saúde

Nova lei garante cópia gratuita do prontuário e permite buscar uma segunda opinião em qualquer fase do tratamento

08/08/2026
A retirada gratuita segue regras próprias e pode ser feita em estabelecimentos credenciados

Brasileiras em 2026 podem retirar 40 unidades gratuitas nas farmácias a cada 56 dias

08/08/2026
Chapa verde adapta o drywall aos ambientes sujeitos à umidade

A chamada chapa verde permite levar o drywall para banheiros e cozinhas ao receber aditivos próprios para ambientes sujeitos à umidade

08/08/2026

Na prática, o ganho potencial se concentra em frentes como estas:

  • Prevenção de novas pedras, ao interferir na formação e na “cola” dos cristais.
  • Redução de recorrência em pessoas com histórico repetido de litíase.
  • Complemento ao cuidado (hidratação, dieta e acompanhamento), sem substituir avaliação médica.
  • Mais segurança quando comparado ao uso caseiro sem padronização, por ter dose e qualidade controladas.

Como o SUS incorporará a planta

A incorporação não é “liberar a planta”, e sim desenvolver um medicamento a partir dela. O projeto envolve Farmanguinhos/Fiocruz e parceria com o PNUD, além de acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima para estimular pesquisa e desenvolvimento de fitoterápicos derivados da biodiversidade, seguindo regras de acesso ao conhecimento tradicional e repartição de benefícios (Fiocruz).

Evidências científicas sobre a eficácia

O que existe hoje é um conjunto de dados considerados promissores para prevenção e apoio no manejo da litíase, mas ainda com limitações: fontes que acompanham o tema apontam que faltam grandes ensaios clínicos randomizados e controlados para cravar, com o mesmo nível de certeza de muitos fármacos clássicos, o tamanho do benefício em humanos em diferentes perfis de pacientes (Metrópoles).

Por isso, a estratégia do SUS (e de qualquer sistema de saúde) é transformar o uso tradicional em produto farmacêutico, com padronização e dossiê regulatório. A própria Fiocruz descreve o caminho de lotes-piloto, estudos de estabilidade e submissão à Anvisa como etapas necessárias antes de fornecimento em larga escala (Fiocruz).

Impactos para pacientes com cálculos renais

Se o fitoterápico chegar à rotina do SUS com indicação bem definida, você pode ver impacto principalmente em prevenção de crises e redução de recidivas — o que, em cadeia, tende a diminuir idas ao pronto-socorro, uso de analgésicos e necessidade de procedimentos em parte dos casos. A expectativa é oferecer uma opção padronizada para um problema frequente que pressiona atendimentos e exige intervenções que nem sempre estão disponíveis rapidamente (Metrópoles).

Ao mesmo tempo, vale manter o pé no chão: “natural” não significa inofensivo. Há alertas de possíveis efeitos gastrointestinais e de interações (por exemplo, com diuréticos e medicamentos para diabetes), e grupos como gestantes, lactantes e crianças costumam ser orientados a evitar por falta de evidência robusta de segurança — então a regra prática é não se automedicar, mesmo quando o produto for disponibilizado (Metrópoles).

Próximos passos para o acesso ao fitoterápico

O acesso depende de uma sequência técnica e regulatória, que vai além do anúncio: produção de lotes-piloto, estudos de estabilidade, submissão e avaliação pela Anvisa, e só então a definição de fornecimento e protocolos no SUS (Fiocruz).

Para se preparar sem cair em atalhos, faça o básico bem feito enquanto a incorporação avança:

  1. Converse com seu urologista sobre seu tipo de cálculo e risco de recorrência.
  2. Evite substituir tratamentos (dieta, hidratação, controle metabólico) por soluções “naturais”.
  3. Se o fitoterápico for prescrito, siga dose e tempo orientados e avise sobre outros medicamentos em uso.

Sua história pode virar reportagem

Conte por texto ou áudio — nomes e endereços viram fictícios antes de qualquer publicação.

Tags: bem-estarqualidade de vidasaúde

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Estado de Minas

Política Economia Internacional Nacional Cultura Saúde e Bem Viver EM Digital Fale com EM Assine o Estado de Minas

Entretenimento

Entretenimento Famosos Séries e TV Cinema Música Trends Comportamento Gastronomia Tech Promoções

Estado de Minas

Correio Braziliense

Cidades DF Política Brasil Economia Mundo Diversão e Arte Ciência e Saúde Eu Estudante Concursos Concursos

Correio Web

No Ataque

América Atlético Cruzeiro Vôlei Futebol Nacional Futebol Internacional Esporte na Mídia Onde Assistir

Vrum

Classificados MG Classificados DF Notícias

Lugar Certo

Classificados MG Classificados DF

Jornal Aqui

Cidades Esporte Entretenimento Curiosidades

Revista Encontro

Notícias Cultura Gastrô

Tv Alterosa

Alterosa Alerta Jornal da Alterosa Alterosa Esporte

Sou BH

Tupi FM

Apresentadores Programação PodCasts Melhores da Bola Tupi

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.

Estado de Minas - Em foco · EM Box
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Gerais
  • Política
  • Economia
  • Nacional
  • Internacional
  • DiversEM
  • Saúde
  • Colunistas
  • Cultura
  • BBB
  • Educação
  • Publicidade Legal
  • Direito e Justiça Minas
  • Regiões de Minas
  • Opinião
  • Especiais
  • #PRAENTENDER
  • Emprego
  • Charges
  • Turismo
  • Ciência
  • Feminino e Masculino
  • Degusta
  • Tecnologia
  • Esportes
  • Pensar
  • Podcast
  • No Ataque
    • América
    • Atlético
    • Cruzeiro
  • Agropecuário
  • Entretenimento
  • Horóscopo
  • Divirta-se
  • Apostas
  • Capa do Dia
  • Loterias
  • Casa e Decoração
  • Mundo Corporativo
  • Portal Uai
  • TV Alterosa
  • Parceiros
  • Blogs
  • Aqui
  • Vrum
  • Sou BH
  • Assine
  • Anuncie
  • Newsletter
  • Classificados
  • Clube do Assinante
  • EM Digital
  • Espaço do Leitor
  • Fale com o EM
  • Perguntas Frequentes
  • Publicidade Legal Aqui
  • Conteúdo Patrocinado
  • Política de privacidade

© Copyright 2025 Diários Associados.
Todos os direitos reservados.