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Governo barra menores de 16 das redes sociais e obriga empresas como Meta e TikTok a provar que estão cumprindo a lei

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
29/01/2026
Em Economia
Governo barra menores de 16 das redes sociais e obriga empresas como Meta e TikTok a provar que estão cumprindo a lei

Austrália veta redes sociais para menores e responsabiliza diretamente as plataformas

Austrália proibiu contas de redes sociais para menores de 16 anos, responsabilizando plataformas por impedir cadastros. A lei prevê multas de até 50 milhões de dólares australianos e foca proteção da saúde mental, combate ao bullying e redução de danos digitais.

A Austrália passou a vetar contas de redes sociais para menores de 16 anos, transferindo a responsabilidade integral às plataformas. A medida mira danos à saúde mental, ao cyberbullying e inaugura um divisor de águas ao cobrar resultados concretos das Big Techs.

Por que o governo decidiu cortar o acesso na raiz?

Autoridades classificaram o uso precoce de redes como uma crise de saúde pública. A avaliação indica que mecanismos de recomendação amplificam ansiedade, depressão e assédio escolar, tornando insuficientes soluções baseadas apenas em orientação parental.

Ao proibir contas para menores de 16, o governo busca reduzir o efeito de rede do bullying e da exposição nociva, priorizando a proteção infantil acima da conveniência digital e da liberdade irrestrita de mercado.

Governo barra menores de 16 das redes sociais e obriga empresas como Meta e TikTok a provar que estão cumprindo a lei
Governo trata uso precoce de redes como questão de saúde pública

Quem passa a responder pelo cumprimento da lei?

A lei não pune crianças ou pais; ela pressiona as empresas a demonstrar controle efetivo. As plataformas devem comprovar “medidas razoáveis” para impedir cadastros de menores, sob risco financeiro severo, conforme os pontos a seguir.

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  • Responsabilidade das plataformas: Instagram, TikTok, Facebook, Snapchat e X devem impedir cadastros de menores de 16.
  • Multas elevadas: falhas sistemáticas podem gerar penalidades de até 50 milhões de dólares australianos por infração.

Como funciona a verificação de idade sem violar privacidade?

O ponto técnico central é a garantia de idade. O governo testa soluções que evitem vigilância excessiva, buscando equilíbrio entre precisão e proteção de dados pessoais.

Em paralelo, a eficácia é medida pela redução de danos: mesmo com evasões via VPN, retirar a maioria dos jovens das redes já diminui a escala do assédio e da exposição nociva no ambiente escolar.

Governo barra menores de 16 das redes sociais e obriga empresas como Meta e TikTok a provar que estão cumprindo a lei
Verificação etária busca equilíbrio entre eficácia técnica e proteção de dados

Leia mais: A rede de restaurantes mais popular do país se despede: mais de 41 filiais fecharam as portas

Quais exceções permanecem liberadas?

A política reconhece usos essenciais da internet e preserva serviços necessários à educação e à vida familiar. As exceções foram desenhadas para manter comunicação e aprendizado, como detalhado abaixo.

  • YouTube: permitido para consumo passivo e fins educacionais, sem interação social ampla.
  • Mensageiros privados: apps como WhatsApp seguem liberados para contato familiar.
  • Plataformas educacionais: ambientes focados em ensino e colaboração escolar permanecem acessíveis.

Que impacto global a decisão australiana deve causar?

A iniciativa cria um efeito dominó. Países como Reino Unido e França observam, enquanto o Brasil intensifica o debate regulatório, avaliando limites entre proteção infantil e inovação.

Ao concentrar a pressão financeira nas Big Techs, a Austrália força investimentos reais em segurança. O sucesso dependerá da execução: ou surgirá um padrão global de proteção, ou uma geração habilidosa em burlar sistemas.

Tags: CyberbullyingProibição de redes sociaissaúde mental

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