O chá de folha de louro ganhou espaço nas conversas sobre cuidados naturais com a saúde, saindo do papel tradicional de simples tempero de panela. A planta, usada há séculos na culinária, passou a ser lembrada também por possíveis efeitos sobre a digestão, o metabolismo, a saúde cardiovascular e a sensação de bem-estar, embora especialistas reforcem que o consumo deve ser moderado e orientado por profissionais quando usado com fins terapêuticos.
Quais são os principais benefícios do chá de louro para o corpo
Separamos esse vídeo do @Angela Xavier, onde ele explica para que serve o chá de louro, quais benefícios são reais e quando o uso pode virar risco:
A palavra-chave central nesse tema é chá de louro, frequentemente associado a efeitos digestivos e metabólicos. Em relatos da medicina popular, seu consumo é mencionado como apoio em casos de azia, acidez gástrica, gases, constipação e desconfortos após refeições pesadas.
Além do sistema digestivo, o chá de folha de louro é citado em pesquisas como fonte de compostos antioxidantes, relacionados à proteção das células contra radicais livres. Esses efeitos são associados à saúde cardiovascular, ao equilíbrio do colesterol e ao apoio geral ao sistema imunológico, sem substituir medicamentos prescritos.
Quais nutrientes e propriedades são atribuídos ao chá de louro
Do ponto de vista nutricional, o louro é descrito como fonte de vitaminas do complexo B, como B6 e B9, além de vitamina A e vitamina C. Minerais como potássio, magnésio e selênio também são mencionados, ligados ao equilíbrio da pressão arterial, função muscular e defesa antioxidante.
Com base em tradições populares e alguns estudos preliminares, diferentes propriedades são frequentemente atribuídas ao chá de louro, sobretudo quando usado como complemento a outros cuidados de saúde:
- Digestiva: apoio em desconfortos após refeições pesadas;
- Anti-inflamatória e analgésica leve: citada em casos de dores articulares e reumáticas;
- Diurética: usada para auxiliar na eliminação de líquidos;
- Expectorante: associada ao alívio de tosse e secreções respiratórias;
- Antifúngica: lembrada em relatos de uso externo em algumas infecções de pele.
Em alguns casos, o chá de louro é mencionado como coadjuvante no controle do açúcar no sangue, especialmente em pessoas com diabete tipo 2. Nesses cenários, o acompanhamento médico é essencial, pois ajustes em medicamentos podem ser necessários diante de qualquer planta com potencial efeito sobre a glicemia.
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Como o chá de louro é usado no dia a dia e quais cuidados são necessários

No cotidiano, o chá de louro é geralmente preparado com poucas folhas em água fervente, deixando em infusão por alguns minutos. O consumo costuma ser feito ainda morno, muitas vezes após as refeições, e algumas pessoas combinam o louro com outros ingredientes, como canela, para reforçar o aroma.
Outros usos relatados na medicina tradicional incluem apoio em cólicas menstruais, irregularidades do ciclo, quadros leves de estresse, ansiedade, dificuldade para dormir e desconfortos após excesso alimentar. Em algumas regiões, o vapor da infusão é aproveitado para inalação, buscando aliviar congestão nasal, resfriados, tosses leves e desconfortos articulares relacionados ao reumatismo.
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Quais são as contraindicações e riscos do uso excessivo da folha de louro
Apesar dos possíveis benefícios, o uso do chá de louro exige atenção e moderação. Gestantes e mulheres em fase de amamentação são orientadas a evitar a infusão, e pessoas com doenças crônicas, como diabete e problemas cardíacos, devem consultar um profissional de saúde antes de incluir a bebida na rotina.
O consumo em grandes quantidades pode causar sonolência, cansaço, desconfortos gastrointestinais, dores de cabeça, mal-estar geral e queda acentuada da glicemia em pessoas sensíveis ou em uso de hipoglicemiantes. Também é importante garantir o uso do louro verdadeiro (Laurus nobilis), adquirido de fornecedores confiáveis, pois outras espécies semelhantes podem ser tóxicas.
Em síntese, o chá de louro se mantém como um recurso tradicional presente em diferentes regiões, com relatos de efeitos sobre digestão, metabolismo, sistema respiratório e bem-estar geral. O uso moderado, aliado à informação correta e ao acompanhamento de profissionais habilitados, tende a ser o caminho mais seguro para quem pretende incluir essa planta na rotina de cuidados diários.




