O protetor solar Sundown tornou-se um símbolo de proteção contra o sol para muitas famílias brasileiras, especialmente em momentos de lazer ao ar livre. A marca atravessou décadas acompanhando mudanças de comportamento, novas descobertas científicas sobre radiação ultravioleta e a chegada de inúmeros concorrentes ao mercado, levantando hoje a discussão sobre como esse produto clássico se posiciona diante das fórmulas mais modernas e em quais situações seu uso ainda é mais indicado.
Como surgiu o protetor solar Sundown no Brasil
O Sundown chegou ao mercado brasileiro em um período em que a cultura do “banho de sol” ganhava força e a preocupação com queimaduras começava a ser mais evidente. Até então, muitas pessoas recorriam apenas a óleos e loções que intensificavam o bronzeado, sem proteção adequada para a pele. No vídeo do @Borchardt Dermatologia, você vê se o Sundown ainda vale a pena na praia e no dia a dia.
Nos primeiros anos, o foco estava principalmente em evitar as queimaduras imediatas provocadas pelo excesso de sol, com fatores de proteção baixos, textura espessa e aparência esbranquiçada considerados aceitáveis. Esse contexto ajudou a consolidar a imagem de Sundown como um protetor “forte”, associado à exposição intensa em praias, clubes e piscinas cheias durante o verão.
O protetor solar Sundown ainda é eficaz atualmente
Com o avanço da tecnologia cosmética, a linha Sundown passou por atualizações na composição, oferecendo versões com FPS 50 e superiores, alinhadas às recomendações atuais de especialistas para ambientes de alta radiação. A eficácia, porém, depende também da quantidade aplicada, da reaplicação e do tempo real de exposição ao sol.
O grande diferencial histórico do Sundown está na alta resistência à água, ao suor e ao atrito, o que beneficia quem passa longos períodos no mar, na piscina ou praticando esportes ao ar livre. Enquanto muitos protetores urbanos priorizam acabamento seco e sensação “invisível”, Sundown mantém uma película mais perceptível, que muitos consumidores associam à sensação de segurança em contextos de lazer intenso.
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Qual é a diferença entre usar Sundown no corpo e no rosto
O uso do protetor solar Sundown no rosto é tecnicamente possível, pois o produto oferece barreira contra a radiação ultravioleta. No entanto, a textura tende a ser mais densa do que a de filtros desenvolvidos especificamente para a face, que costumam incluir controle de oleosidade, acabamento matte e ativos voltados à prevenção de manchas.
Para quem passa o dia em ambiente urbano, sem contato frequente com água ou suor intenso, protetores faciais leves tendem a ser mais confortáveis no dia a dia. Já em situações de sol forte na praia, piscina ou treinos ao ar livre, muitas pessoas optam por Sundown tanto no corpo quanto no rosto, desde que aplicado em quantidade adequada e reaplicado com regularidade.
Em quais situações o protetor solar Sundown é mais indicado

De forma geral, o Sundown se encaixa melhor em cenários de exposição intensa ou prolongada, enquanto outros protetores podem ser mais adequados para o dia a dia em ambientes internos. Em férias na praia, prática de esportes aquáticos ou passeios em horários de sol forte, a combinação de alto FPS e resistência à água costuma ser um diferencial importante.
Na hora de decidir qual tipo de protetor usar, alguns pontos costumam ser avaliados para adaptar o produto ao estilo de vida, ao tipo de pele e ao nível de radiação esperado na rotina:
- Local de uso – praia, piscina, rua ou ambiente fechado;
- Tipo de pele – seca, mista, oleosa ou sensível;
- Tempo de exposição – poucos minutos ao dia ou horas seguidas ao sol;
- Contato com água – banho de mar, piscina, suor intenso ou pouca umidade;
- Preferência de textura – mais densa e resistente ou leve e de rápida absorção.
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Como usar bronzeadores, FPS baixo e cuidados essenciais com segurança
O debate sobre o protetor solar Sundown também envolve os chamados bronzeadores e produtos com FPS abaixo de 30, que priorizam o aspecto dourado imediato da pele. A cor obtida não significa ausência de dano, já que o bronzeado é um mecanismo de defesa do organismo diante da radiação e tende a vir acompanhado de maior desgaste quando a proteção é insuficiente.
Para organizar melhor os cuidados diários e em situações de sol intenso, uma rotina simples de proteção solar pode ser estruturada em etapas claras, ajudando a preservar a saúde da pele a longo prazo:
- Escolher o FPS adequado – acima de 30 para uso diário e fatores mais altos para sol intenso.
- Aplicar em quantidade generosa – cobrindo uniformemente rosto, pescoço, orelhas, ombros e demais áreas expostas.
- Reaplicar – especialmente após banho de mar, piscina, suor intenso ou secagem com toalha.
- Evitar horários de maior incidência – principalmente entre 10h e 16h, quando possível.
- Combinar com barreiras físicas – como chapéus, roupas com proteção UV e óculos escuros.




