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Funcionária oferece mimo no aniversário, é demitida por justa causa e ganha R$ 650 mil na Justiça

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
07/01/2026
Em Economia
Funcionária oferece mimo no aniversário, é demitida por justa causa e ganha R$ 650 mil na Justiça

Demissão por justa causa abusiva gerou condenação milionária à empresa

Funcionária foi demitida por justa causa ao oferecer item de baixo valor a colegas em aniversário. A Justiça considerou a punição desproporcional, reconheceu abuso de poder e condenou a empresa a pagar cerca de R$ 650 mil em salários e indenização.

O que deveria ser uma simples comemoração de aniversário terminou em uma disputa judicial milionária. Uma funcionária de supermercado da Espanha foi demitida por justa causa após oferecer um pequeno mimo a colegas. A Justiça considerou a punição abusiva e condenou a empresa a pagar cerca de € 106 mil.

Como um gesto simples levou a uma demissão considerada abusiva?

A trabalhadora, com histórico profissional exemplar e anos de casa, decidiu celebrar o aniversário oferecendo um item de baixo valor da própria loja aos colegas. A empresa classificou o ato como quebra de confiança e tratou a situação como furto.

Mesmo sem prejuízo relevante, a empresa aplicou a punição máxima prevista no contrato. Para o tribunal, a demissão por justa causa ignorou o contexto, o tempo de serviço e a boa-fé da funcionária, caracterizando abuso de poder disciplinar.

Funcionária oferece mimo no aniversário, é demitida por justa causa e ganha R$ 650 mil na Justiça
Gesto comemorativo foi tratado como furto e resultou em demissão

Por que a Justiça entendeu que houve rigor excessivo da empresa?

Os magistrados concluíram que a punição violou o princípio da proporcionalidade. O valor do item oferecido era insignificante diante do porte da empresa e da relação construída ao longo dos anos, o que tornava a demissão imediata injustificável, como demonstrado a seguir.

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  • Valor do item: irrelevante do ponto de vista econômico
  • Histórico funcional: anos de trabalho sem punições anteriores
  • Alternativas legais: advertência ou suspensão não aplicadas

Leia mais: Obras irregulares em condomínios viram alvo da Justiça: Lei de Propriedade Horizontal explica por que demolições estão aumentando

O que representa a indenização de 106 mil euros aplicada no caso?

A condenação não foi simbólica nem limitada a uma penalidade isolada. O valor fixado engloba todos os salários retroativos que a funcionária deixou de receber desde a demissão até o encerramento definitivo do processo judicial.

Além disso, a Justiça reconheceu o dano moral e reputacional. A acusação injusta de roubo comprometeu a imagem profissional da trabalhadora, dificultando novas contratações e ampliando a responsabilidade financeira da empresa.

Funcionária oferece mimo no aniversário, é demitida por justa causa e ganha R$ 650 mil na Justiça
Indenização incluiu salários retroativos e danos morais reconhecidos judicialmente

Como a legislação brasileira analisa situações semelhantes?

No Brasil, a Justiça do Trabalho adota entendimento próximo em casos de punições desproporcionais. O empregador deve respeitar a gradação de penalidades e aplicar o princípio da insignificância quando o prejuízo é mínimo, conforme os parâmetros abaixo.

  • Advertência verbal: orientação inicial em condutas leves
  • Advertência escrita: registro formal antes de punições graves
  • Suspensão disciplinar: medida anterior à dispensa extrema

Quais lições esse caso deixa para empresas e trabalhadores?

Para as empresas, o episódio demonstra que excesso de rigor pode gerar prejuízo financeiro e desgaste de imagem. A Justiça costuma punir empregadores que usam falhas mínimas como pretexto para dispensar funcionários antigos sem custos.

Para os trabalhadores, o caso reforça o valor de manter um histórico profissional limpo. Registros de boa conduta e tempo de serviço podem ser decisivos para comprovar abuso e garantir indenização quando a punição ultrapassa os limites legais.

Tags: Demissão injustaindenizaçãoprincípio da proporcionalidade

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