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Banco Central revela os bancos com mais reclamações no Brasil em novo ranking

Gabriel Martins Por Gabriel Martins
02/01/2026
Em Economia
Banco Central revela os bancos com mais reclamações no Brasil em novo ranking

Ranking do Banco Central expõe fragilidades bancárias e reforça busca por segurança

Banco Central divulgou ranking dos piores bancos por reclamações, enquanto o FGC tem apenas 2,3% do valor que promete garantir. O cenário reforça títulos do Tesouro Direto como opção mais segura para investidores.

A divulgação dos piores bancos do Brasil pelo Banco Central reacendeu alertas no mercado financeiro. O cenário ficou ainda mais sensível após a revelação de que o FGC possui apenas 2,3% do valor que promete garantir, reforçando o Tesouro Direto como alternativa mais segura.

Como o Banco Central identifica os piores bancos do Brasil?

O ranking divulgado pelo Banco Central não avalia solvência ou lucro das instituições. A base da análise está na quantidade de reclamações consideradas procedentes, ponderadas pelo número de clientes, evitando que bancos grandes apareçam pior apenas pelo volume absoluto.

Quanto maior o índice calculado, pior a reputação do banco no atendimento ao consumidor. Nesse levantamento, Banco Inter, Bradesco e C6 figuram entre os mais mal avaliados, enquanto o Nubank aparece com índice baixo, mesmo com base ampla de clientes.

Banco Central revela os bancos com mais reclamações no Brasil em novo ranking
Banco Central avalia bancos pelo índice de reclamações procedentes por cliente

Quais problemas mais pesam contra os bancos mal avaliados?

As reclamações que elevam o índice do Banco Central seguem um padrão claro. Elas revelam falhas operacionais que, em situações extremas, podem desencadear crises de confiança e até riscos de liquidez, como mostram os principais pontos a seguir.

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  • Cobranças indevidas: lançamentos duplicados e valores incompatíveis com o uso real.
  • Faturas não reconhecidas: pagamentos ignorados ou divergência no fechamento do cartão.
  • Acesso bloqueado: clientes impedidos de movimentar recursos mesmo com saldo disponível.

Leia mais: Você cuida do lar? Veja como donas e donos de casa podem contribuir ao INSS e garantir o futuro em 2026

Por que indicadores como Basileia e imobilização importam?

Antes de olhar apenas a rentabilidade de um CDB, é essencial analisar o índice de Basileia, que mede a relação entre patrimônio e crédito concedido. O Banco Central exige nível acima de 11% para indicar segurança mínima.

Outro dado relevante é o índice de imobilização, que mostra quanto do patrimônio está preso em ativos difíceis de vender. Quanto menor, melhor. No exemplo citado, o Nubank apresenta Basileia de 15,8% e imobilização de apenas 2,6%.

Banco Central revela os bancos com mais reclamações no Brasil em novo ranking
Índices de Basileia e imobilização indicam solidez financeira das instituições

Por que o FGC não é a proteção que muitos imaginam?

O Fundo Garantidor de Créditos é visto como escudo automático para aplicações bancárias, mas essa percepção não reflete a realidade. Dados recentes mostram limites estruturais importantes, que merecem atenção, como indicam os pontos abaixo.

  • Cobertura limitada: o FGC tem em caixa só 2,3% do total que promete garantir.
  • Entidade privada: não pertence ao governo e não tem obrigação legal de cobrir todas as perdas.
  • Risco sistêmico: a quebra de um banco grande já poderia esgotar seus recursos.

Por que o Tesouro Direto virou o cofre do investidor?

Diante das fragilidades do sistema bancário privado, o Tesouro Direto ganhou protagonismo. Ao investir nesses títulos, o aplicador empresta diretamente ao governo federal, eliminando o risco específico de uma instituição financeira.

O emissor soberano possui instrumentos que bancos não têm, como rolagem de dívida e emissão monetária. Por isso, para a parcela do patrimônio que não pode sofrer perdas, os títulos públicos federais hoje funcionam como o cofre mais robusto do investidor brasileiro.

Tags: Banco CentralPiores bancosTesouro

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