BNDES dobra média anual de crédito em MG em comparação com gestão Bolsonaro
Governo passado teve Gustavo Montezano como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento e foi marcado pela pandemia da COVID-19
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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apresentou um balanço da atuação em Minas Gerais desde 2023, em evento na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), em Belo Horizonte.
O presidente da instituição, o ex-ministro Aloizio Mercadante (PT), marcou presença para apresentar os números da atual gestão, que ampliou o volume de crédito aprovado no estado em 78,6% em comparação com o governo Jair Bolsonaro (PL), quando houve a pandemia da COVID-19.
Mercadante disse que o banco “retomou o papel de parceiro estratégico” de Minas. Desde 2023, foram R$ 59,3 bilhões aprovados para o estado mineiro. Entre 2019 e 2022, o BNDES havia liberado R$ 33,2 bilhões.
Dobro de crédito
“Mais do que dobramos a média anual de crédito, ampliamos o apoio a todos os setores da economia e fortalecemos áreas fundamentais para Minas, como a agropecuária, que passou de R$ 2 bilhões para R$ 5,1 bilhões em média anual de aprovações. É o BNDES contribuindo para o desenvolvimento sustentável, a competitividade, a geração de emprego e a melhoria da qualidade de vida da população mineira”, discursou o presidente do banco.
Na média anual, as aprovações de crédito saltaram de R$ 8,3 bilhões por ano para R$ 18,2 bilhões por ano desde 2023. A alta foi em todos os setores, com aumento de 216,7% na média anual para a indústria, 166,7% em comércios e serviços e 155% na agropecuária.
A aprovação de crédito do BNDES para o setor público mineiro teve crescimento significativo: de R$ 110 milhões, entre 2019 e 2022, para R$ 1,43 bilhão de 2023 ao primeiro trimestre de 2026. O volume é 13 vezes maior que no governo anterior.
Recorde histórico
Em 2025, o BNDES bateu o recorde histórico de aprovações anuais de crédito para Minas Gerais. Foram R$ 23,2 bilhões, maior valor da série histórica iniciada em 1995.
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No ano passado, o estado foi o principal destino de valores aprovados para biocombustíveis (R$ 1,5 bilhão) e o segundo maior em inovação (R$ 1,7 bilhão), atrás apenas de São Paulo.