SEGURANÇA

Usar o CPF como chave Pix é seguro? Entenda os riscos para seus dados

Apesar da praticidade, vincular seu documento ao Pix pode te deixar vulnerável; veja dicas para fazer transações mais seguras

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A praticidade de usar o CPF como chave Pix é inegável. O número é fácil de memorizar e está sempre à mão, o que agiliza as transações do dia a dia. No entanto, essa comodidade esconde um risco significativo para a segurança dos seus dados pessoais e financeiros, transformando uma simples transferência em uma porta de entrada para fraudes.

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O problema central é que o CPF é um dos documentos mais importantes de um cidadão. Ao compartilhá-lo abertamente, você não está apenas fornecendo um código para receber dinheiro. Você está entregando uma informação que, nas mãos erradas, pode ser usada para consultar outros dados sensíveis sobre você, como nome completo, data de nascimento e até mesmo o nome de familiares.

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Com essas informações, criminosos podem aplicar golpes mais elaborados. Eles conseguem criar um perfil mais convincente da vítima para realizar engenharia social, tentando se passar por um parente ou funcionário de banco. Além disso, o CPF pode ser usado para abrir contas fraudulentas, solicitar cartões de crédito ou contratar serviços em seu nome.

A exposição do documento em transações com desconhecidos ou em sites de pouca confiança aumenta a vulnerabilidade. Mesmo que a pessoa ou empresa para quem você paga seja honesta, não há garantia de que os sistemas dela são seguros e imunes a vazamentos de dados.

Alternativas mais seguras para usar o Pix

Para se proteger, a recomendação é priorizar outras formas de chaves Pix, principalmente em transações com pessoas ou estabelecimentos que você não conhece. A opção mais segura é a chave aleatória, um código alfanumérico gerado pelo próprio aplicativo do banco que não revela nenhuma informação pessoal.

A chave aleatória é ideal para vendas online, pagamentos pontuais ou qualquer situação em que você não queira expor seus dados. Basta gerar um novo código a cada transação, se preferir, garantindo o máximo de privacidade.

Outras opções viáveis são o número de celular e o e-mail. Embora também sejam dados pessoais, eles oferecem uma camada extra de segurança em comparação ao CPF. Uma dica é criar um endereço de e-mail exclusivo para transações financeiras, evitando expor sua conta principal, que geralmente está vinculada a redes sociais e outros serviços.

Reservar o CPF como chave Pix apenas para pessoas de extrema confiança, como familiares e amigos próximos, é a estratégia mais prudente. Para o resto, a chave aleatória continua sendo a melhor escolha para manter suas informações pessoais e seu dinheiro mais seguros.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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