É COISA NOSSA

A origem do Pix: saiba qual país criou a tecnologia que mudou o dinheiro

Muitos pensam que a tecnologia veio de fora, mas a verdade pode surpreender; entenda como o sistema de pagamentos instantâneos se tornou um sucesso

Publicidade
Carregando...

Acredite: ao contrário do que muitas pessoas imaginam, o Pix não é uma tecnologia importada ou adaptada de outro país. O sistema de pagamentos instantâneos que revolucionou a forma como os brasileiros lidam com o dinheiro foi inteiramente concebido, desenvolvido e implementado no Brasil.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O ESTADO DE MINAS NO Google Discover Icon Google Discover SIGA O EM NO Google Discover Icon Google Discover

A ferramenta é uma criação do Banco Central do Brasil (BCB), que idealizou o formato em 2016 e começou a estruturar o projeto em 2018. Após um período de desenvolvimento e testes, o Pix foi oficialmente lançado para toda a população em novembro de 2020, mudando para sempre as transações financeiras no país.

Leia Mais

O principal objetivo do Banco Central era criar uma alternativa mais eficiente, barata e acessível aos meios de pagamento existentes, como o DOC e a TED. A ideia era construir uma infraestrutura pública que permitisse a transferência de recursos em poucos segundos, a qualquer hora do dia ou da noite, todos os dias da semana.

Diferente de outros modelos, o sistema brasileiro foi desenhado para ser aberto e universal. Isso significa que qualquer instituição financeira ou de pagamento autorizada pelo BCB pode se conectar à plataforma, garantindo uma ampla concorrência e oferecendo o serviço aos seus clientes.

Como o Pix se tornou um sucesso

Um dos grandes diferenciais que impulsionaram a rápida popularização do Pix foi a criação das "Chaves Pix". A possibilidade de cadastrar dados simples, como CPF, número de celular ou e-mail, para receber dinheiro eliminou a necessidade de compartilhar informações bancárias complexas, como agência e conta corrente.

Essa simplicidade, somada ao custo zero para pessoas físicas na maioria das transações, fez com que a adesão fosse massiva e imediata. Em pouco mais de um ano, o Pix já havia superado o número de transações de cartões de débito e crédito, segundo dados do próprio Banco Central.

E dois anos após o lançamento, com 523,2 milhões de chaves e 26 bilhões de transações, o Pix consolidou sua posição como o método de pagamento mais utilizado pelos brasileiros

O modelo de funcionamento do sistema brasileiro também se tornou uma referência internacional. A arquitetura centralizada no BCB, que garante a segurança e a interoperabilidade entre mais de 700 instituições, é estudada por outros bancos centrais ao redor do mundo como um caso de sucesso em modernização financeira e inclusão digital.

Hoje, o Pix está consolidado não apenas para transferências entre pessoas, mas também no comércio, no pagamento de contas e na arrecadação de impostos. A tecnologia nacional demonstrou que é possível inovar e criar soluções de ponta que atendam diretamente às necessidades da população.

Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

Tópicos relacionados:

pix

Acesse o Clube do Assinante

Clique aqui para finalizar a ativação.

Acesse sua conta

Se você já possui cadastro no Estado de Minas, informe e-mail/matrícula e senha. Se ainda não tem,

Informe seus dados para criar uma conta:

Digite seu e-mail da conta para enviarmos os passos para a recuperação de senha:

Faça a sua assinatura

Estado de Minas

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Aproveite o melhor do Estado de Minas: conteúdos exclusivos, colunistas renomados e muitos benefícios para você

Assine agora
overflay