A MISSÃO DE SUBSTITUIR NO STJ
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LUÍS CARLOS GAMBOGI - Desembargador do TJMG
Desde ontem, o senhor está convocado pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Herman Benjamin, para integrar a Segunda Seção e a Quarta Turma do STJ. O que significa essa convocação para o senhor e sua carreira após quase 13 anos de TJMG?
Interpreto essa convocação como um sinal de que cumpri com meu dever no período em que prestei serviços ao TJMG, o qual, de modo reflexo, é também homenageado, assim como Minas Gerais.
A convocação para substituir o ministro Marco Aurélio Buzzi, afastado pelo Pleno do STJ, pode gerar uma atuação mais prolongada. O senhor se sente preparado para essa importante missão? O que pretende deixar de legado por sua passagem pelo Tribunal da Cidadania?
Não sei precisar por quanto tempo o Tribunal da Cidadania demandará meus serviços, mas estou em que, a cada dia, em cada processo estudado, poderei aprimorar meu conhecimento, minha sensibilidade jurídica e a virtude da prudência.
Em verdade, nunca estamos completos, vamos nos aperfeiçoando, construindo a nós mesmos, num processo sem término.
A convocação do senhor é uma homenagem ao próprio Judiciário mineiro. Como seus pares receberam essa notícia?
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Como afirmei anteriormente, minha convocação é também uma homenagem ao Judiciário mineiro. Não à toa, o sentido de honra, de distinção, de júbilo, embora maior em mim, transbordou entre os magistrados e magistradas que integram o cultuado Tribunal de Justiça de Minas Gerais.