UM MINEIRO DE IBIÁ HOMENAGEADO NO STJ
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No próximo dia 4 de março será lançado no STJ o livro “Afrânio Vilela: um mineiro de Ibiá no Superior Tribunal de Justiça”. O que motivou essa obra e o que o leitor pode esperar do seu conteúdo?
A obra contém artigos de diversos magistrados mineiros, meus colegas de Judiciário, para meu orgulho. Digo aos outros que o adquirem que os escritos trazem um pouco de mim contado por bons amigos. Foi lançado, de surpresa, após uma palestra que fiz na Amagis. Uma grande dádiva dos organizadores, desembargador Luiz carlos Gambogi, e do juiz convocado ao Tribunal, Richardson, ambos professores. E sob o manto amigo da juíza Rosemere do Couto, presidente da Amagis. Foi Uma emoção, que será repetida no dia 4 de março, com lançamento no STJ. A regra será revertida à Nutris, creche mantida pela família da magistratura mineira para mais de 350 crianças,
O senhor sempre teve sua terra natal muito presente em sua caminhada. O que essa obra significa para o senhor? Retrata o amor e o respeito por suas origens?
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Sim. Minha família paterna tem raízes na região de Itapecerica, os Lamounier, e em Cristais, os Vilela. A materna, em Ibiá, neto que sou de indígena, Antônia de São José. Sou, ainda, cidadão de diversos municípios, e de estado, como Piauí, com honra. Porém, minha alma mater é a Universidade Federal de Uberlândia, e sua Fadir - Faculdade de Direito. Ali fui forjado e adquiri conhecimentos jurídicos; fui capacitado para a vida no direito por professores especiais, aliás, em todas as etapas de minha formação. Ibiá, claro, é o torrão onde meu umbigo foi enterrado debaixo de uma bananeira, o dente de leite foi jogado sobre o telhado da Casa da rua 18, n. 36, que mantenho até hoje. O carinho com a cidade é enorme. E a cidade retribui. Ali advoguei e casei-me com Gisela, vizinha de bairro, minha alma gêmea, que me deu filhos maravilhosos. O livro, sob olhar de amigos, junge história de vida com a de juiz, desembargador e de ministro. O prefácio e o posfácio escritos pelos colegas ministros João Noronha e Sebastião Reis, mineiros, bem retratam essa conjugação, e cada artigo tem interessantes discussões jurídicas.