Os 5 melhores filmes de Quentin Tarantino, segundo a crítica
Com o cancelamento do projeto 'The movie critic', é hora de revisitar as obras do diretor enquanto ele decide seu filme final
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A notícia de que Quentin Tarantino cancelou a produção de “The movie critic”, que seria seu décimo e último filme, pegou a indústria do cinema de surpresa em abril de 2024. A decisão fez com que o diretor voltasse à prancheta para definir qual será seu projeto final, mantendo a promessa de encerrar a carreira com apenas dez longas. A mudança reacendeu o interesse por seu legado, tornando o momento ideal para revisitar as obras que o transformaram em um dos cineastas mais influentes de sua geração.
Com um estilo marcado por diálogos afiados, narrativas não lineares e mistura de gêneros, Tarantino construiu uma filmografia reverenciada. Para ajudar a navegar por sua carreira, reunimos os cinco filmes mais celebrados pela crítica, que servem como porta de entrada ou uma oportunidade de rever clássicos sob uma nova luz.
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‘Pulp fiction: tempo de violência’ (1994)
Considerado por muitos sua obra-prima, o filme revolucionou o cinema independente nos anos 90. Sua estrutura fragmentada, que entrelaça histórias de gângsteres, um boxeador e um casal de assaltantes, desafiou as convenções narrativas da época. O roteiro, vencedor do Oscar, é um exemplo perfeito da habilidade de Tarantino para criar personagens memoráveis e diálogos que se tornaram parte da cultura pop. -
‘Cães de aluguel’ (1992)
O filme de estreia já apresentava todos os elementos que se tornariam a assinatura do diretor: violência estilizada, trilha sonora marcante e um roteiro focado em personagens à margem da lei. A trama, que acompanha um grupo de criminosos após um assalto fracassado, se passa quase inteiramente em um galpão, provando que Tarantino consegue criar tensão máxima com recursos mínimos. -
‘Bastardos inglórios’ (2009)
Nesta releitura da Segunda Guerra Mundial, Tarantino cria uma realidade alternativa onde um grupo de soldados judeus americanos espalha o terror entre os nazistas. O filme é um exercício de suspense, com cenas longas e diálogos em diferentes idiomas que constroem uma atmosfera de constante perigo. A obra equilibra humor ácido e brutalidade. -
‘Django livre’ (2012)
Inspirado nos faroestes italianos, o filme aborda o tema da escravidão nos Estados Unidos com uma narrativa de vingança. A jornada de Django, um escravo liberto que busca resgatar sua esposa, é violenta, emocionante e, por vezes, surpreendentemente cômica. O roteiro rendeu a Tarantino seu segundo Oscar na categoria. -
‘Era uma vez em... Hollywood’ (2019)
Uma carta de amor a Los Angeles de 1969, o filme acompanha um ator de TV em declínio e seu dublê. Mais do que uma trama convencional, é uma obra sobre amizade, nostalgia e magia do cinema. O final, que reescreve um dos episódios mais trágicos da história de Hollywood, é um dos momentos mais impactantes da carreira do diretor.Siga nosso canal no WhatsApp e receba notícias relevantes para o seu dia
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.