Depois de ter a maior parte das acusações de assédio sexual contra Justin Baldoni rejeitadas pela Justiça, Blake Lively afirmou que vai continuar lutando contra a “violência digital”.

“A última coisa que eu queria na minha vida era um processo judicial, mas entrei com esta ação por causa da RETALIAÇÃO generalizada que sofri, e continuo a sofrer, por pedir, em privado e profissionalmente, um ambiente de trabalho seguro para mim e para os outros”, disse ela.

“Espero que a decisão do Tribunal mostre a outros que, por mais doloroso que seja, é possível falar”, afirmou a atriz, em comunicado no Instagram.

Na quinta-feira (2/4), o juiz Lewis Liman rejeitou 10 das 13 alegações no processo de Lively, incluindo as alegações de assédio sexual, difamação e conspiração. Ele permitiu que três alegações prosseguissem para julgamento: retaliação, cumplicidade em retaliação e quebra de contrato.

Lively alegou ter sido assediada sexualmente por Baldoni durante a produção do filme “É assim que acaba” (2024). O filme, que trata justamente de abuso, é protagonizado por ambos – Baldoni também dirigiu o longa.

A atriz afirmou que o colega de elenco e os assessores dele lançaram uma campanha difamatória online para arruinar sua reputação depois que ela reclamou do ocorrido.

“A dor física causada pela violência digital é muito real”, escreveu ela. “É abuso. E está em toda parte. Não apenas nos noticiários, mas em suas comunidades e escolas. Se você prestar atenção, minhas alegações não serão as primeiras nem as últimas em que se verá exemplos dos perigos extremos da retaliação e da guerra digital. E muitas vezes não será direcionada a celebridades ou àqueles que podem se manifestar. Afeta a todos nós”, acrescentou a atriz na rede social.

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A despeito do escândalo, "É assim que acaba" foi um grande sucesso de bilheteria, arrecadando cerca de US$ 350 milhões ao redor do mundo.

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