O novo livro de Marcelo Moutinho

Marcelo Moutinho lança livro com 16 crônicas com personagens e histórias do 'povão' do Rio de Janeiro

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Ilsinho tinha um plano. Ele e Mosquito se vestiriam de Papai Noel para roubar presentes pros filhos no comércio carioca. Marcão Piloto ficaria na porta, esperando com o carro. Depois, era só partir pro abraço, com TV grande e videogame. O que poderia dar errado? Esta e outras 15 histórias estão em “Gentinha”, livro que marca o retorno de Marcelo Moutinho aos contos.

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Autor de “A lua na caixa d’água” (Prêmio Jabuti) e “Ferrugem” (Prêmio Biblioteca Nacional), entre muitos outros, o escritor não escrevia contos desde 2020.

“Gentinha” sai em fevereiro, pela editora Record, com lançamento previsto no Rio de Janeiro, onde os 16 contos se ambientam. O título se inspira no termo citado pelo escritor João Antonio e que vai na epígrafe do livro: “O povo-povo, povão, era grosso, inconveniente, detestável. Gentinha”.

“É, obviamente, uma fala irônica. Falando dessas pessoas que são as pessoas não intelectualizadas, os trabalhadores, aqueles que muitas vezes são olhados de lado, assim, pelas altas classes”, contou Moutinho sobre seus personagens. Os contos trazem histórias do subúrbio, das periferias e de um centro urbano degradado.

“Gentinha” tem humor e leveza, mas mergulha também em zonas mais sombrias da experiência humana. Um dos textos acompanha um homem que, ao ir ao banheiro de um bar, se vê lado a lado com o sujeito que o torturou durante a ditadura.

“Tem alguns contos mais líricos, alguns contos com alguma violência mais psicológica”, disse o autor.

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A obra é dividida em duas partes: Dentro é um Mundo, com contos mais introspectivos, e A Verdade Não Rima, dedicada a histórias mais cotidianas. Os títulos das seções dialogam com a música brasileira — referências que o próprio autor explica ao fim do volume.

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