O início de um novo ano costuma nos empurrar para listas, promessas e resoluções individuais. Queremos mudar hábitos, corrigir rumos, começar de novo. Mas, talvez, o gesto mais necessário neste 1º de janeiro seja menos íntimo e mais coletivo: repensar a forma como convivemos, discordamos e construímos o espaço comum. Em um país atravessado por ruídos, pressas e radicalizações, renovar esperanças passa, antes de tudo, por rever atitudes.
Há textos antigos que atravessam gerações justamente por lembrarem o essencial quando tudo parece excessivo. Não falam de poder nem de vitórias, mas de escolhas cotidianas: escutar mais do que gritar, compreender antes de julgar, construir pontes onde hoje há muros. Em tempos de polarização e desgaste democrático, recuperar esse tipo de sabedoria não é um gesto religioso — é um exercício de maturidade social.
Todo Ano Novo é um momento de renascimento. Entramos em um ano eleitoral em um país que envelhece rapidamente, mas que ainda reage de forma adolescente aos próprios conflitos. Um Brasil onde o debate público se tornou raso, barulhento e, muitas vezes, desumanizado. Onde a política virou torcida, e a divergência, ofensa. Talvez esteja na hora de fazer o caminho inverso.
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Por isso, segue a Oração de São Francisco, para que nos inspire em 2026:
Senhor,
Fazei de mim um instrumento de vossa Paz.
Onde houver Ódio, que eu leve o Amor,
Onde houver Ofensa, que eu leve o Perdão.
Onde houver Discórdia, que eu leve a União.
Onde houver Dúvida, que eu leve a Fé.
Onde houver Erro, que eu leve a Verdade.
Onde houver Desespero, que eu leve a Esperança.
Onde houver Tristeza, que eu leve a Alegria.
Onde houver Trevas, que eu leve a Luz!
Ó Mestre,
fazei que eu procure mais:
consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois é dando, que se recebe.
Perdoando, que se é perdoado e
é morrendo, que se vive para a vida eterna!
Amém
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Feliz 2026.
São os votos da Juventude Reversa.
