Quanto custa viajar para Bariloche na neve em 2026? Veja os preços
Planejando a viagem de inverno? Detalhamos os custos de passagem aérea, hospedagem, passeios e alimentação para você se organizar financeiramente.
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Planejar uma viagem para ver a neve em Bariloche em 2026 exige organização financeira desde já. A cidade argentina, um dos destinos de inverno preferidos dos brasileiros, oferece paisagens deslumbrantes, mas os custos podem variar bastante dependendo do estilo da viagem e da antecedência da compra de passagens e reservas. Para ajudar no seu planejamento, detalhamos os principais gastos para um roteiro de sete dias por pessoa.
Os valores são projeções baseadas nos preços atuais da alta temporada, que ocorre entre junho e agosto. É fundamental lembrar que, devido à instabilidade econômica e à flutuação cambial na Argentina, esses números são apenas uma estimativa e podem sofrer alterações significativas até a data da viagem.
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Passagens aéreas: o ponto de partida
As passagens aéreas representam uma fatia significativa do orçamento. Comprando com antecedência de seis a oito meses, voos diretos ou com uma conexão curta saindo de São Paulo ou do Rio de Janeiro costumam ficar entre R$ 2.800 e R$ 4.500 por pessoa, incluindo taxas. Deixar para comprar perto da data pode elevar o valor para mais de R$ 6.000.
Hospedagem para todos os bolsos
Bariloche tem opções de hospedagem que se adaptam a diferentes orçamentos. As diárias variam conforme a localização e o nível de conforto. Veja as médias para a alta temporada:
Hostels e pousadas simples: de R$ 250 a R$ 400 por noite.
Hotéis 3 estrelas: de R$ 500 a R$ 900 por noite.
Hotéis superiores e resorts: a partir de R$ 1.200 por noite.
Alimentação e passeios na neve
A gastronomia local é um dos atrativos. Um orçamento diário para alimentação pode variar de R$ 250, para quem opta por refeições mais simples, a R$ 500 para jantares em restaurantes mais elaborados. Os passeios são essenciais e têm custos específicos. O acesso ao Cerro Catedral, principal centro de esqui, custa cerca de R$ 600 por dia, sem incluir o aluguel de equipamentos, que adiciona mais R$ 300 diários.
Outras atividades populares incluem a subida ao Cerro Otto por teleférico, que oferece vistas panorâmicas da região e custa em torno de R$ 250, e o famoso passeio pelo Circuito Chico, que pode ser feito por cerca de R$ 200 com agências locais.
Seguro viagem obrigatório
Além dos gastos mencionados, é importante incluir no orçamento o seguro viagem. A Argentina exige que turistas brasileiros apresentem uma apólice com cobertura para despesas médicas. Verifique os valores e as coberturas exigidas antes de embarcar.
Quanto custa a viagem completa?
Considerando um roteiro de sete dias, o custo total por pessoa pode ser estimado da seguinte forma. Um viajante com perfil mais econômico, hospedado em locais simples e controlando os gastos com comida, deve desembolsar a partir de R$ 8.000. Já quem busca mais conforto, com bons hotéis e restaurantes, pode precisar de um orçamento superior a R$ 15.000, sem contar compras extras.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
As opiniões expressas neste texto são de responsabilidade exclusiva do(a) autor(a) e não refletem, necessariamente, o posicionamento e a visão do Estado de Minas sobre o tema.
