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Como fotografar o eclipse lunar: dicas para o fenômeno de 3 de março

O eclipse lunar será parcialmente visível no Brasil ao amanhecer; veja como capturar as fases iniciais com seu celular

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O eclipse lunar de 3 de março será um evento astronômico notável, mas sua visibilidade no Brasil será parcial. O fenômeno poderá ser observado brevemente ao amanhecer, entre 05h44 e aproximadamente 06h00 (horário de Brasília), antes que a Lua se ponha no horizonte. Com alguns ajustes no celular, é possível registrar as fases iniciais deste eclipse.

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A Lua de Sangue ocorre quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite. A cor avermelhada, que dá o nome popular ao evento, é resultado da luz solar que é filtrada e refratada pela atmosfera terrestre antes de atingir a superfície lunar. O processo é totalmente seguro para observação a olho nu e para fotografar.

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É importante notar que a fase total do eclipse, quando a Lua adquire a tonalidade avermelhada conhecida como 'Lua de Sangue', ocorrerá quando o astro já estiver abaixo do horizonte para a maior parte do Brasil. As melhores condições de observação das fases iniciais estarão na região oeste do país, onde será possível ver um obscurecimento maior da Lua antes dela se pôr.

Na maior parte do território nacional, o que poderá ser visto é apenas o eclipse penumbral,caracterizado por um escurecimento suave da Lua cheia, efeito discreto e muitas vezes imperceptível a olho nu.

Em cidades como São Paulo e Brasília, o fenômeno ocorre por volta das 6h da manhã. Nesse horário, a Lua já estará muito baixa no horizonte oeste e próxima do nascer do Sol, condição que dificulta ainda mais a observação.

A situação se torna um pouco mais favorável na região Norte do país. No Acre, em Rondônia e no oeste do Amazonas, será possível acompanhar parte do eclipse parcial. No Acre, por exemplo, por volta das 5h já começa a ser perceptível o avanço da sombra sobre a Lua, com o ponto máximo do encobrimento previsto para cerca das 5h45, quando quase todo o disco lunar deverá estar coberto.

Mesmo assim, as condições ideais estarão no oceano Pacífico. Regiões como a Nova Zelândia e ilhas como Fiji terão a totalidade plenamente visível, tornando-se os melhores locais do planeta para observar o eclipse.

5 dicas para fotografar o eclipse lunar com o celular

1. Garanta a estabilidade
Para fotos noturnas, qualquer tremor resulta em imagens borradas. O ideal é usar um tripé para celular. Se não tiver um, apoie o aparelho em uma superfície firme, como um muro ou uma mesa, e use o temporizador (timer) para evitar o movimento do dedo ao clicar no botão de captura.

2. Use o modo profissional
Explore o modo profissional da sua câmera, também chamado de “Pro” ou “Manual”. Essa função permite controlar configurações essenciais que o modo automático não oferece. É nele que você ajustará a sensibilidade à luz (ISO), o tempo de exposição e o foco, elementos cruciais para uma boa foto do céu.

3. Ajuste o foco manualmente
No escuro, o foco automático do celular terá dificuldade para encontrar a Lua. No modo profissional, procure pelo controle de foco (geralmente um ícone “MF”) e deslize-o até o símbolo de uma montanha, que representa o infinito. Isso garante que a Lua e as estrelas fiquem nítidas na imagem.

4. Controle o ISO e a exposição
Comece com um ISO baixo, entre 100 e 400, para evitar que a foto fique granulada. Em seguida, ajuste o tempo de exposição (velocidade do obturador) para captar mais luz. Teste diferentes tempos, começando com um ou dois segundos. Exposições muito longas exigem estabilidade perfeita para não borrar a foto.

5. Evite o zoom digital
A maioria dos celulares utiliza um zoom que apenas corta e amplia a imagem, resultando em perda drástica de qualidade. Fotografe com a lente principal, sem zoom, e corte a imagem depois em um editor de fotos. Se o seu aparelho tiver uma lente com zoom óptico (teleobjetiva), essa é a melhor opção, pois ela aproxima a imagem sem comprometer a resolução.

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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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