Vai pintar a casa? 6 dicas para escolher a cor e o tipo de tinta certos
A escolha errada pode comprometer todo o resultado; especialistas dão conselhos práticos para você não errar na hora de renovar os ambientes
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Pintar a casa é uma das formas mais rápidas de renovar o visual de qualquer ambiente. No entanto, a empolgação inicial pode se transformar em frustração na loja, diante de um mar de cores e tipos diferentes de tinta. Uma escolha equivocada compromete não só a estética do espaço, mas também seu bolso e seu tempo.
Para evitar arrependimentos, um bom planejamento é fundamental. Entender as necessidades de cada cômodo e o efeito desejado ajuda a filtrar as opções e a tomar a decisão correta. Confira seis dicas práticas que vão te guiar nesse processo.
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1. Prepare a superfície
Nenhuma tinta, por melhor que seja, terá um bom resultado em uma parede suja, com mofo ou descascando. Antes de começar, certifique-se de que a superfície esteja limpa, seca e lisa. Corrija buracos com massa corrida, lixe as imperfeições e, se necessário, aplique um selador ou fundo preparador para garantir a aderência da tinta e um acabamento uniforme.
2. Teste a cor na parede
As pequenas amostras de papel na loja de tintas não refletem a cor real que ficará na sua parede. A iluminação do ambiente, a cor dos móveis e até mesmo o tamanho da superfície pintada alteram completamente a percepção do tom. A melhor solução é comprar uma pequena lata de teste da cor escolhida.
Pinte uma área de aproximadamente um metro quadrado na parede principal do cômodo. Observe o resultado em diferentes horários do dia, com luz natural e artificial, antes de decidir pela compra dos galões maiores.
3. Considere a iluminação
A luz é um fator determinante. Ambientes que recebem muita luz natural durante o dia tendem a deixar as cores mais vivas e intensas. Já em cômodos mais escuros ou que dependem de luz artificial, os tons podem parecer mais fechados e diferentes do esperado. Lâmpadas amareladas aquecem as cores, enquanto as brancas as deixam mais frias.
4. Escolha o acabamento certo
O tipo de acabamento impacta diretamente a aparência e a durabilidade da pintura. Existem três opções principais:
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Fosco: é ideal para disfarçar pequenas imperfeições na parede, pois não reflete luz. No entanto, é mais difícil de limpar e pode manchar com mais facilidade. É indicado para tetos e paredes de salas e quartos;
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Acetinado: possui um brilho sutil e sedoso, que confere um toque de sofisticação. É mais resistente à umidade e mais fácil de limpar que o fosco, sendo uma ótima escolha para cozinhas, banheiros, corredores e quartos de crianças;
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Semibrilho: como o nome sugere, tem mais brilho e é ainda mais resistente e lavável. É perfeito para portas, janelas e rodapés, pois realça os detalhes e suporta o desgaste diário.
5. Entenda os tipos de tinta
Para paredes internas em áreas secas, como salas e quartos, a tinta látex PVA é a mais comum e econômica. Ela tem secagem rápida e baixo odor. Já a tinta acrílica é mais resistente à umidade e ao mofo, sendo a mais indicada para áreas externas, cozinhas e banheiros. Sua fórmula cria uma película protetora na superfície. Independentemente do tipo, sempre verifique na embalagem o tempo de secagem recomendado entre as demãos para garantir um acabamento perfeito.
6. Calcule a quantidade correta
Para não comprar tinta a mais nem ter que voltar à loja no meio do serviço, calcule a quantidade necessária. Meça a largura e a altura de todas as paredes que serão pintadas e multiplique os valores para encontrar a área total em metros quadrados. Depois, verifique na embalagem da tinta o rendimento por demão, que pode variar bastante entre marcas e linhas de produto, e divida a área total por esse número. Lembre-se de comprar cerca de 10% a mais para eventuais retoques.
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Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.