A proporção de pessoas com 60 anos ou mais subiu de 11,3% em 2012 para 16,1% em 2024. Dentro desse grupo, os indivíduos com 65 anos ou mais representam 11,2% da população total, de 211,9 milhões. As informações são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada em agosto de 2025 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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Com o aumento dessa população, cresce também a demanda por cuidados preventivos, especialmente porque o envelhecimento está associado a mudanças no sistema imunológico e a uma maior vulnerabilidade a algumas doenças. Esse movimento começa a refletir no mercado de vacinação.
Nos últimos anos, a Saúde Livre Vacinas registrou aumento de aproximadamente 15% no faturamento relacionado ao público 60+. Tradicionalmente mais concentradas na vacinação infantil, as clínicas privadas passaram a contar com um portfólio cada vez maior de imunizantes para adultos e idosos, acompanhando também o avanço da indústria em pesquisa e desenvolvimento de vacinas destinadas a essa faixa etária.
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“Mais do que atender um número maior de pessoas acima dos 60 anos, o setor precisa acompanhar uma população que chega a essa fase da vida mais consciente sobre prevenção e com diferentes necessidades de proteção”, destaca Rosane Orth Argenta, CEO e gestora de saúde da Saúde Livre Vacinas.
A mudança no perfil da demanda também exige que as clínicas estejam preparadas para oferecer um atendimento adequado a esse público. Além da capacitação dos profissionais e do atendimento humanizado, serviços como a vacinação domiciliar podem facilitar o acesso à imunização para idosos com dificuldade de locomoção.
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